ladro

Origem

Século XIII

Do latim 'latro', significando ladrão, salteador, aquele que rouba.

Mudanças de sentido

Século XIII

Sentido original: indivíduo que comete roubo ou furto.

Idade Média - Século XIX

Consolidação do sentido de criminoso, com variações de uso em diferentes registros linguísticos.

Século XX - Atualidade

Perda de relevância e uso no português brasileiro, sendo substituído por 'ladrão'. O termo 'ladro' torna-se arcaico ou regional.

A palavra 'ladro' não é reconhecida como um vocábulo comum no português brasileiro atual. Sua sonoridade e grafia podem evocar um tom mais antigo ou formal, mas o uso corrente para designar um criminoso é quase inexistente, cedendo lugar a 'ladrão'.

Primeiro registro

Século XIII

Registros em textos medievais em latim e suas primeiras adaptações para o galaico-português, indicando o uso para designar criminosos.

Comparações culturais

Inglês: 'Thief' (ladrão) é o termo comum. 'Ladro' não tem equivalente direto e comum. Espanhol: 'Ladrón' é o termo comum, similar ao português 'ladrão'. 'Ladro' não é um termo usual. Francês: 'Voleur' (ladrão). Italiano: 'Ladro' é o termo comum e equivalente direto ao latim 'latro'.

Relevância atual

No português brasileiro, 'ladro' possui relevância mínima ou nula no uso cotidiano. É um termo arcaico ou de uso restrito, não sendo parte do vocabulário ativo da maioria dos falantes.

Origem Latina e Primeiros Usos

Século XIII - Deriva do latim 'latro', que significa ladrão, salteador. Inicialmente, referia-se a quem roubava ou cometia crimes contra o patrimônio.

Evolução no Português

Idade Média a Século XIX - O termo 'ladro' (ou 'ladrão') se consolida na língua portuguesa com o sentido de criminoso. Aparece em textos jurídicos, literários e cotidianos para designar o indivíduo que furta ou rouba.

Uso Contemporâneo e Ausência

Século XX a Atualidade - A palavra 'ladro' como substantivo para designar um ladrão é raramente utilizada no português brasileiro contemporâneo. O termo predominante é 'ladrão'. 'Ladro' pode aparecer em contextos arcaicos, literários ou como parte de expressões regionais específicas, mas não é um vocábulo comum ou reconhecido no uso geral.

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