laterítico
Do latim 'later', 'lapis' (tijolo).
Origem
Do grego 'lithos' (pedra) e do latim 'later' (tijolo), com formação posterior para descrever solos com características de tijolo cozido, ricos em ferro e alumínio.
Mudanças de sentido
Originalmente um termo descritivo para um tipo específico de solo tropical, com alta concentração de óxidos de ferro e alumínio, que se assemelha a tijolos cozidos após a exposição ao sol. O sentido permaneceu estritamente técnico e geológico.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e acadêmicas brasileiras sobre solos tropicais e geologia regional. (Referência: Corpus de textos científicos brasileiros do início do século XX).
Comparações culturais
Inglês: 'Lateritic' - termo técnico similar, usado em geologia e solos. Espanhol: 'Laterítico' - cognato direto, com uso técnico idêntico em contextos científicos. Francês: 'Latéritique' - termo técnico equivalente.
Relevância atual
A palavra 'laterítico' mantém sua relevância estritamente no campo científico, sendo fundamental para a descrição e estudo de solos em regiões tropicais e subtropicais. Sua presença é notável em artigos de pesquisa, teses, dissertações e livros didáticos de geologia, agronomia e ciências ambientais. Fora desses círculos, o termo é pouco conhecido ou utilizado.
Origem Etimológica
Século XIX — Deriva do grego 'lithos' (pedra) e do latim 'later' (tijolo), referindo-se a um tipo de solo rico em óxidos de ferro e alumínio, com aparência de tijolo cozido.
Entrada no Português Brasileiro
Início do século XX — A palavra 'laterítico' entra no vocabulário científico e técnico do português brasileiro, principalmente em estudos de geologia, agronomia e geografia.
Uso Contemporâneo
Atualidade — A palavra é predominantemente utilizada em contextos acadêmicos e técnicos, sem grande penetração no uso coloquial ou popular.
Do latim 'later', 'lapis' (tijolo).