legitimas
Do latim 'legitimus', derivado de 'lex, legis' (lei).
Origem
Do latim 'legitimus', significando 'conforme à lei', 'legal', 'justo', 'razoável', 'verdadeiro', 'autêntico'.
Mudanças de sentido
Sentidos primários de legalidade, justiça e autenticidade.
Uso em contextos jurídicos, religiosos e de validação, como em 'heranças legítimas' ou 'filhos legítimos'.
Manutenção dos sentidos formais e dicionarizados em textos legais, discussões éticas e validação de direitos.
Primeiro registro
A palavra e suas flexões, como 'legítimas', já aparecem em documentos legais e religiosos a partir do período arcaico do português, refletindo sua origem latina.
Momentos culturais
A palavra 'legítimas' era crucial em discussões sobre herança, propriedade de terras e status social, especialmente em relação a casamentos e descendência.
Uso em debates sobre direitos civis e igualdade, onde a 'legitimidade' de certos direitos ou grupos era questionada ou afirmada.
Conflitos sociais
A distinção entre 'legítimo' e 'ilegítimo' foi historicamente usada para justificar desigualdades sociais, como a exclusão de filhos fora do casamento ou a negação de direitos a determinados grupos.
Comparações culturais
Inglês: 'legitimate' (plural 'legitimates') carrega sentidos similares de legalidade, autenticidade e justificação. Espanhol: 'legítimo' (plural 'legítimas') possui uma raiz etimológica e semântica idêntica, sendo amplamente usado em contextos legais e de validade. Francês: 'légitime' (plural 'légitimes') também compartilha a origem e os significados centrais de legalidade e autenticidade.
Relevância atual
A palavra 'legítimas' mantém sua relevância em contextos formais, como no direito (heranças legítimas, filiação legítima), em discussões sobre a autenticidade de produtos ou informações, e em debates éticos onde a justificação e a legalidade são centrais. O plural feminino 'legítimas' é frequentemente encontrado em discussões sobre direitos de herança ou validade de acordos.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIII - Deriva do latim 'legitimus', que significa 'conforme à lei', 'legal', 'justo', 'razoável', 'verdadeiro' ou 'autêntico'. A palavra entrou no português arcaico com esses sentidos primários, relacionados à legalidade e à autenticidade.
Evolução de Sentido e Uso
Idade Média ao Século XIX - Mantém seus significados centrais de legalidade e autenticidade, sendo frequentemente usada em contextos jurídicos, religiosos e de validação de documentos ou heranças. A forma 'legítimas' (plural feminino) aparece em contextos como 'heranças legítimas' ou 'filhos legítimos'.
Uso Contemporâneo no Português Brasileiro
Século XX à Atualidade - A palavra 'legítimas' continua a ser utilizada em seu sentido formal e dicionarizado, referindo-se ao que é legal, justo, autêntico ou verdadeiro. É comum em textos legais, discussões éticas e na validação de direitos ou propriedades.
Do latim 'legitimus', derivado de 'lex, legis' (lei).