leporídeo
Do latim 'lepus, leporis' (lebre).
Origem
Do latim 'lepus' (lebre) + sufixo '-ídeo' (semelhante a, pertencente a). Refere-se à família de mamíferos que inclui lebres e coelhos.
Mudanças de sentido
O sentido da palavra permaneceu estável, sempre se referindo à classificação taxonômica dos animais da família Leporidae. Não sofreu ressignificações populares ou coloquiais significativas.
A palavra é estritamente técnica e científica, sem evoluções de sentido para além de sua definição biológica original.
Primeiro registro
Registros em obras científicas e acadêmicas de zoologia em português, possivelmente em traduções de trabalhos europeus. A entrada no vocabulário formal é mais provável do que um registro popular.
Momentos culturais
Presente em livros didáticos de biologia, enciclopédias e artigos científicos sobre a fauna brasileira e mundial. Sua presença é mais acadêmica do que culturalmente proeminente.
Comparações culturais
Inglês: 'lagomorph' (termo científico mais amplo, mas 'leporid' também existe e é usado). Espanhol: 'leporido' (equivalente direto). Francês: 'lépore' (relativo a lebres, ou 'léporidé' como termo científico).
Relevância atual
A palavra 'leporídeo' mantém sua relevância no campo da biologia e zoologia, sendo essencial para a classificação e estudo de lebres e coelhos. Sua baixa frequência no uso geral reflete sua natureza técnica e especializada.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'lepus', que significa lebre, e o sufixo '-ídeo', indicando semelhança ou pertencimento. A palavra remonta à classificação zoológica.
Entrada no Português
A palavra 'leporídeo' foi incorporada ao vocabulário científico e formal da língua portuguesa, provavelmente através de traduções de obras científicas ou estudos de zoologia, sem um registro popular disseminado.
Uso Contemporâneo
Mantém seu uso formal e técnico em contextos zoológicos, biológicos e de criação de animais. É uma palavra dicionarizada, mas de baixa frequência no uso coloquial.
Do latim 'lepus, leporis' (lebre).