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leucocitose

Do grego 'leukós' (branco) + 'kýtos' (célula) + '-ōsis' (condição, aumento).

Origem

Antiguidade Clássica

Deriva do grego 'leukos' (λευκός), que significa 'branco', e 'kytos' (κύτος), que significa 'célula' ou 'vaso'. O sufixo '-osis' (-ωσις) é grego e indica um estado, condição ou processo anormal.

Mudanças de sentido

Formação do Termo

O termo foi cunhado para descrever especificamente o aumento do número de células brancas no sangue, um indicador de processos fisiológicos ou patológicos.

Atualidade

O sentido permanece estritamente técnico e médico, sem desvios semânticos significativos em outros domínios.

A leucocitose é um sinal clínico, não uma doença em si, indicando a necessidade de investigação para determinar a causa subjacente, que pode variar desde infecções e inflamações até condições mais graves como leucemias.

Primeiro registro

Século XIX

A documentação do termo em publicações médicas em português remonta ao desenvolvimento da hematologia como especialidade, com registros em tratados e artigos científicos da época.

Comparações culturais

Universalidade Médica

Inglês: 'leukocytosis'. Espanhol: 'leucocitosis'. O termo é amplamente padronizado na terminologia médica internacional, mantendo a mesma raiz grega e significado em diversas línguas. O francês 'leucocytose' e o alemão 'Leukozytose' seguem a mesma linha.

Relevância atual

Atualidade

A leucocitose continua sendo um termo fundamental na prática clínica e laboratorial, essencial para o diagnóstico e monitoramento de diversas condições de saúde. Sua relevância reside na sua capacidade de sinalizar alterações no organismo que requerem atenção médica.

Origem Etimológica

Formada a partir do grego 'leukos' (branco) e 'kytos' (célula), com o sufixo '-osis' indicando condição ou processo.

Entrada na Língua Portuguesa

Termo técnico médico, de origem grega, incorporado ao vocabulário científico e médico em português, provavelmente a partir do século XIX, com o desenvolvimento da hematologia.

Uso Contemporâneo

Utilizada predominantemente em contextos médicos e laboratoriais para descrever um achado clínico específico.

leucocitose

Do grego 'leukós' (branco) + 'kýtos' (célula) + '-ōsis' (condição, aumento).

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