leucograma
Do grego 'leukós' (branco) + 'grámma' (escrito, desenho).
Origem
Deriva do grego 'leukós' (branco) e 'grámma' (escrita, registro). O termo reflete a natureza da análise, que é um registro da contagem de células brancas do sangue.
Mudanças de sentido
Inicialmente, o termo era restrito a círculos acadêmicos e médicos, descrevendo um procedimento laboratorial específico.
Com o avanço da tecnologia e a democratização do acesso a exames de saúde, o termo 'leucograma' tornou-se mais familiar para o público em geral, embora ainda mantenha seu caráter técnico.
O sentido permanece estritamente técnico, referindo-se à contagem diferencial de leucócitos no sangue, um componente essencial do hemograma completo.
Primeiro registro
Registros em publicações médicas e científicas brasileiras da época, associados a estudos de hematologia e patologia clínica. (Referência: corpus_literatura_medica_brasil.txt)
Comparações culturais
Inglês: 'Leukogram' ou 'White blood cell count' (WBC count). Espanhol: 'Leucograma' ou 'Conteo de glóbulos blancos'. Ambos os idiomas utilizam termos etimologicamente semelhantes ou descritivos para o mesmo conceito médico.
Relevância atual
O leucograma é um exame fundamental na medicina diagnóstica, utilizado para identificar infecções, inflamações, alergias, leucemias e outras condições médicas. Sua relevância é constante na prática clínica e na pesquisa científica.
Origem Etimológica
Século XIX - Formada a partir do grego 'leukós' (branco) e 'grámma' (escrita, registro), referindo-se à contagem de elementos brancos (leucócitos) no sangue.
Entrada no Português Brasileiro
Início do século XX - A palavra 'leucograma' entra no vocabulário médico e científico do Brasil, associada ao desenvolvimento da hematologia e da medicina diagnóstica.
Uso Contemporâneo
Atualidade - Termo técnico amplamente utilizado em laboratórios clínicos e na prática médica para descrever a análise quantitativa e qualitativa dos leucócitos.
Do grego 'leukós' (branco) + 'grámma' (escrito, desenho).