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lincomicina

Derivado do nome da cidade de Lincoln (Nebraska, EUA), onde foi isolada, + sufixo de antibiótico '-micina'.

Origem

Anos 1960

Nome deriva de 'Streptomyces lincolnensis', a bactéria de onde foi isolada, encontrada perto de Lincoln, Nebraska, EUA.

Primeiro registro

1962

Descoberta e isolamento da bactéria Streptomyces lincolnensis.

Meados dos anos 1960

Introdução clínica como antibiótico.

Comparações culturais

Inglês: 'Lincomycin' (mesma origem e uso). Espanhol: 'Lincomicina' (termo idêntico, refletindo a origem latina e a disseminação científica global).

Relevância atual

Atualidade

A lincomicina é classificada como um antibiótico do grupo das lincosamidas. Seu uso clínico direto é menos comum em comparação com seu derivado, a clindamicina, devido a um perfil de efeitos colaterais. É encontrada em dicionários e literatura médica como um termo formal e técnico.

Origem e Descoberta

Anos 1960 — A lincomicina foi descoberta em 1962 a partir de uma cepa de Streptomyces lincolnensis, isolada de uma amostra de solo coletada perto de Lincoln, Nebraska, EUA. Seu nome deriva da cidade.

Entrada no Uso Clínico

Meados dos anos 1960 — A lincomicina começou a ser utilizada clinicamente como um antibiótico, principalmente para tratar infecções causadas por bactérias Gram-positivas. Sua introdução representou uma nova opção terapêutica.

Desenvolvimento de Derivados e Uso Atual

Anos 1970 - Atualidade — Devido a efeitos colaterais gastrointestinais da lincomicina, foram desenvolvidos derivados semissintéticos, como a clindamicina, que se tornou mais amplamente utilizada. A lincomicina em si tem uso mais restrito.

lincomicina

Derivado do nome da cidade de Lincoln (Nebraska, EUA), onde foi isolada, + sufixo de antibiótico '-micina'.

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