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litotripsia

Do grego 'lithos' (pedra) + 'trophe' (trituração, fragmentação).

Origem

Antiguidade Clássica

Deriva do grego 'lithos' (pedra) e 'tripsis' (esmagamento, trituração), referindo-se diretamente à ação de quebrar pedras.

Primeiro registro

Século XIX - Início do Século XX

Embora um registro exato seja difícil de precisar sem acesso a um corpus histórico médico específico, o termo começou a aparecer em publicações médicas e científicas da época, acompanhando a evolução das técnicas cirúrgicas e terapêuticas. (Referência: Palavra formal/dicionarizada)

Comparações culturais

Inglês: 'Lithotripsy', com a mesma origem grega e significado idêntico. Espanhol: 'Litotricia', também derivado do grego e com o mesmo sentido médico. Francês: 'Lithiase' (termo mais geral para cálculo) e 'Traitement de la lithiase' (tratamento de cálculos), com a raiz grega evidente. Alemão: 'Lithotripsie', mantendo a estrutura grega.

Relevância atual

Atualidade

A litotripsia, especialmente a litotripsia extracorpórea por ondas de choque (LEOC), é um procedimento médico consolidado e de alta relevância para o tratamento de cálculos renais e biliares, sendo uma alternativa menos invasiva à cirurgia tradicional. O termo é de uso corrente em hospitais, clínicas e na comunicação entre profissionais de saúde e pacientes.

Origem Etimológica

A palavra 'litotripsia' tem origem no grego antigo, sendo composta por 'lithos' (pedra) e 'tripsis' (esmagamento, trituração).

Entrada na Língua Portuguesa

O termo foi incorporado ao vocabulário médico e científico da língua portuguesa, provavelmente a partir do século XIX ou início do século XX, com o desenvolvimento da medicina e a necessidade de nomear procedimentos específicos.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'litotripsia' é um termo técnico amplamente utilizado na urologia e gastroenterologia para descrever um procedimento médico estabelecido e comum.

litotripsia

Do grego 'lithos' (pedra) + 'trophe' (trituração, fragmentação).

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