longínquas
Do latim 'longinquus', de 'longus' (longo) + 'hinc' (daqui).
Origem
Do latim 'longinquus', advindo de 'longus' (longo) e 'hinc' (daqui), significando 'muito distante'.
Mudanças de sentido
O sentido de 'muito distante no espaço ou no tempo' permaneceu estável, sem alterações significativas de significado ao longo dos séculos.
A palavra 'longínquas' sempre carregou consigo a ideia de algo remoto, seja geograficamente, temporalmente ou em termos de alcance, mantendo sua conotação de distância considerável.
Primeiro registro
Registros em textos medievais portugueses, atestando seu uso desde os primórdios da língua.
Momentos culturais
Presença marcante em poemas românticos e descrições de paisagens exóticas na literatura brasileira.
Utilizada em crônicas e contos para evocar nostalgia e memórias de tempos passados ou lugares distantes.
Comparações culturais
Inglês: 'distant', 'remote', 'far-off'. Espanhol: 'lejanas', 'distantes', 'remotas'. Francês: 'lointaines'.
Relevância atual
A palavra 'longínquas' é utilizada em contextos formais, literários e poéticos, mantendo sua força evocativa para descrever o que está muito além do alcance imediato, seja no espaço ou no tempo.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'longinquus', que significa 'distante', 'remoto', formado por 'longus' (longo) e 'hinc' (daqui).
Entrada e Evolução no Português
A palavra 'longínquas' (forma feminina plural de 'longínquo') foi incorporada ao léxico português, mantendo seu sentido original de distância espacial ou temporal.
Uso Literário e Poético
Frequentemente empregada na literatura para evocar paisagens distantes, memórias remotas ou anseios por lugares ou tempos inatingíveis, conferindo um tom poético e evocativo.
Uso Contemporâneo
Mantém seu uso formal e literário, sendo também encontrada em contextos que descrevem distâncias geográficas ou temporais significativas, sem grandes ressignificações.
Do latim 'longinquus', de 'longus' (longo) + 'hinc' (daqui).