macaquinho-de-coco
Composto de 'macaquinho' (diminutivo de macaco) e 'de coco', indicando associação com coqueiros.
Origem
Composto pelo substantivo 'macaquinho' (diminutivo de macaco, do quimbundo 'makaku') e pelo substantivo 'coco' (do tupi 'cocó', nome da fruta e da palmeira). A junção indica um pequeno macaco encontrado em áreas de coqueirais.
Mudanças de sentido
Sentido descritivo e geográfico: um pequeno macaco associado a coqueiros.
O termo mantém seu sentido original, mas pode ser percebido como informal ou regional, sendo menos utilizado em contextos científicos ou formais.
Em contextos de conservação ou zoologia, prefere-se o uso de nomes científicos ou termos mais genéricos. O termo 'macaquinho-de-coco' é mais comum na linguagem oral e em descrições populares de fauna.
Primeiro registro
Registros em relatos de viajantes e naturalistas que descreviam a fauna brasileira, embora a data exata seja difícil de precisar sem um corpus linguístico específico. O termo é de origem popular e oral.
Momentos culturais
Pode ter aparecido em literatura regionalista ou em contos populares que retratam a vida no litoral brasileiro.
Vida digital
O termo 'macaquinho-de-coco' aparece em buscas relacionadas à fauna brasileira, artigos sobre biodiversidade e em discussões em fóruns ou redes sociais sobre animais silvestres. Não há registros de viralização ou memes proeminentes associados diretamente ao termo.
Representações
Representações são raras em produções de grande alcance. Pode aparecer em documentários sobre a fauna brasileira ou em menções pontuais em obras de ficção que se passam em ambientes litorâneos.
Comparações culturais
Inglês: Termos como 'marmoset' ou 'tamarin' são usados para pequenos primatas, mas não há um equivalente direto que combine nome do animal com planta específica como 'coco'. Espanhol: Similarmente, nomes como 'mono tití' ou 'monito' são genéricos para pequenos macacos, sem a especificação 'de coco'.
Relevância atual
O termo 'macaquinho-de-coco' mantém relevância como um nome popular e regional para certas espécies de pequenos primatas encontradas em coqueirais no Brasil. É um exemplo da riqueza da nomenclatura popular da fauna brasileira, embora seu uso formal seja limitado.
Origem e Formação do Termo
Séculos XVI-XVII — Formação do termo a partir da junção do nome do animal 'macaquinho' com o nome da planta 'coco', indicando a associação geográfica e ecológica. A palavra 'macaquinho' deriva do quimbundo 'makaku'.
Consolidação e Uso Regional
Séculos XVIII-XIX — O termo se consolida no vocabulário popular brasileiro, especialmente em regiões costeiras com coqueirais, como forma descritiva e direta para identificar o primata.
Uso Contemporâneo e Digital
Séculos XX-XXI — O termo mantém seu uso regional, mas sua popularidade diminui em comparação com nomes científicos ou termos mais genéricos. Ganha espaço em discussões sobre biodiversidade e conservação, e ocasionalmente aparece em contextos informais ou culturais.
Composto de 'macaquinho' (diminutivo de macaco) e 'de coco', indicando associação com coqueiros.