macrofauna
Do grego 'makrós' (grande) e do latim 'fauna' (animais).
Origem
Deriva do grego 'makrós' (grande) e do latim 'fauna' (conjunto de animais). A base 'fauna' foi estabelecida por Linnaeus, e o prefixo 'macro-' foi adicionado para especificar o tamanho dos animais.
Mudanças de sentido
O sentido permaneceu estável como um termo científico para animais de grande porte, distinguindo-se da 'microfauna' e 'mesofauna'. Não houve ressignificações culturais significativas fora do âmbito científico.
A distinção entre macrofauna, mesofauna e microfauna é crucial para a classificação e estudo de ecossistemas, desde invertebrados do solo até grandes mamíferos.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas brasileiras e traduções de obras internacionais sobre ecologia e zoologia a partir da segunda metade do século XX. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt - Palavra formal/dicionarizada)
Comparações culturais
Inglês: 'macrofauna' (termo idêntico e de uso científico comum). Espanhol: 'macrofauna' (termo idêntico e de uso científico comum). Francês: 'macrofaune'. Alemão: 'Makrofauna'.
Relevância atual
Essencial em discussões sobre biodiversidade, conservação de espécies ameaçadas, impacto ambiental de atividades humanas e estudos de ecossistemas terrestres e aquáticos. É uma palavra formal e dicionarizada, fundamental para a comunicação científica.
Origem Etimológica
Formada a partir do grego 'makrós' (grande) e do latim 'fauna' (conjunto de animais). O termo 'fauna' foi cunhado por Carl Linnaeus em 1745 em homenagem à deusa romana Fauna.
Entrada e Uso no Português
A palavra 'macrofauna' entrou no vocabulário científico e acadêmico do português, provavelmente a partir do inglês 'macrofauna', em meados do século XX, com o avanço da ecologia e da biologia.
Uso Contemporâneo
Termo técnico amplamente utilizado em estudos ambientais, biologia da conservação, ecologia e paleontologia para descrever animais de grande porte em um ecossistema específico.
Do grego 'makrós' (grande) e do latim 'fauna' (animais).