malato
Do grego 'malikon' (maçã), referindo-se ao ácido málico encontrado em maçãs.
Origem
Do francês 'malate', que por sua vez deriva do latim 'malum', significando 'maçã'. A referência é ao ácido málico, um ácido orgânico encontrado naturalmente em diversas frutas, como maçãs.
Mudanças de sentido
O sentido da palavra 'malato' permaneceu estável, sempre se referindo ao sal ou éster do ácido málico. Não houve ressignificações ou expansões de sentido para fora do âmbito químico.
A palavra 'malato' é um termo técnico que descreve um composto químico específico (um ânion ou sal derivado do ácido málico). Sua entrada e permanência na língua portuguesa estão intrinsecamente ligadas ao desenvolvimento da química e da bioquímica como campos de estudo.
Primeiro registro
Registros em manuais de química e artigos científicos da época, indicando a adoção do termo técnico no meio acadêmico brasileiro. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt)
Comparações culturais
Inglês: 'malate' (mesma origem e significado técnico). Espanhol: 'malato' (mesma origem e significado técnico). Francês: 'malate' (origem direta da palavra).
Relevância atual
A palavra 'malato' mantém sua relevância estritamente no campo da química e bioquímica, sendo utilizada em pesquisas, formulações e discussões científicas. Não possui relevância no uso coloquial ou em outras áreas culturais.
Origem Etimológica
Século XVIII — do francês 'malate', derivado do latim 'malum' (maçã), referindo-se ao ácido málico encontrado em frutas.
Entrada no Português
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'malato' entra no vocabulário científico e técnico do português, especialmente em contextos de química e bioquímica, como o sal do ácido málico.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Malato' é um termo técnico restrito à química e bioquímica, sem uso popular ou em outras esferas da língua. Sua presença é formal e dicionarizada.
Do grego 'malikon' (maçã), referindo-se ao ácido málico encontrado em maçãs.