maleico
Do latim 'malum' (maçã), por referência ao ácido málico, do qual o ácido maleico é um isômero.
Origem
Deriva do nome do ácido maleico, que por sua vez vem do latim 'malum' (maçã), devido à sua descoberta a partir do ácido málico, encontrado em maçãs.
Mudanças de sentido
Originalmente associado à descoberta e caracterização do ácido maleico e seus isômeros. O termo 'maleico' passou a ser um adjetivo para descrever substâncias relacionadas a este ácido.
O sentido permanece estritamente técnico e químico, referindo-se a compostos ou reações que envolvem o grupo funcional maleico ou o próprio ácido maleico. Não há ressignificações significativas fora do âmbito científico.
A palavra 'maleico' é um termo técnico que descreve uma classe específica de compostos orgânicos. Sua entrada e permanência na língua portuguesa estão ligadas ao desenvolvimento da química orgânica e industrial.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e periódicos de química no Brasil, a partir do início do século XX, refletindo a adoção da nomenclatura química internacional.
Comparações culturais
Inglês: 'maleic' (adjetivo derivado de 'maleic acid', com a mesma origem etimológica do latim 'malum'). Espanhol: 'maleico' (adjetivo com a mesma origem e uso técnico similar ao português).
Relevância atual
A palavra 'maleico' mantém sua relevância estritamente no campo da química, sendo fundamental para a descrição de compostos como o anidrido maleico, ésteres maleicos e polímeros derivados. Sua presença é limitada a contextos acadêmicos e industriais.
Origem Etimológica
Século XIX — Deriva do nome do ácido maleico, que por sua vez vem do latim 'malum' (maçã), devido à sua descoberta a partir do ácido málico, encontrado em maçãs.
Entrada no Português Brasileiro
Início do século XX — A palavra 'maleico' entra no vocabulário técnico-científico brasileiro, principalmente em contextos de química e indústria, referindo-se a compostos derivados do ácido maleico.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Mantém seu uso primário em química e áreas correlatas. A palavra é formal e dicionarizada, sem grande penetração no uso coloquial geral.
Do latim 'malum' (maçã), por referência ao ácido málico, do qual o ácido maleico é um isômero.