Palavras

mantô

Do latim 'mantellum', diminutivo de 'mantum', manto.

Origem

Século XIV

Do francês antigo 'manteau', derivado do latim tardio 'mantellum' (manto, véu, capa), possivelmente relacionado a 'mantum' (manto curto).

Mudanças de sentido

Séculos XV-XVI

Peça de vestuário longa e solta, associada a nobreza e clero, com função de proteção e status.

Séculos XVIII-XIX

Consolida-se como peça de moda feminina, com variações de corte e tecido, mas com uso restrito no Brasil devido ao clima.

Século XX

Democratização da peça, com estilos variados, de luxo a casuais. A palavra 'mantô' é formalizada e dicionarizada.

Atualidade

Palavra formal, descritiva de casacos longos e elegantes. O uso coloquial prefere 'casaco' ou 'sobretudo'.

A palavra 'mantô' mantém sua formalidade e especificidade, sendo menos comum no dia a dia em comparação com termos mais genéricos para agasalhos.

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

Registros de uso da palavra 'manto' e suas variações em textos portugueses, referindo-se a vestimentas longas e soltas.

Momentos culturais

Séculos XVIII-XIX

Representações em pinturas e literatura europeia, associando o 'mantô' à elegância e ao frio.

Século XX

Presença em filmes clássicos de Hollywood e na moda de alta costura, solidificando a imagem de sofisticação.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Mantle' (mais comum para significados figurados ou peças históricas/religiosas) e 'Coat'/'Overcoat' (para o vestuário prático). Espanhol: 'Manto' (semelhante ao português, usado para vestes cerimoniais ou históricas) e 'Abrigo'/'Capote' (para o vestuário prático). Francês: 'Manteau' (termo mais direto e comum para casaco longo). Italiano: 'Mantello' (semelhante ao português e espanhol, com uso mais restrito).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'mantô' é formal e dicionarizada, referindo-se a uma peça de vestuário específica. Seu uso no cotidiano brasileiro é limitado, sendo mais comum em contextos de moda, literatura ou descrições formais. O termo é reconhecido como uma peça de vestuário formal e elegante, mas não é de uso corrente na linguagem informal.

Origem Etimológica

Século XIV — do francês antigo 'manteau', que por sua vez deriva do latim tardio 'mantellum', significando 'manto, véu, capa'. A raiz latina está ligada a 'mantum', um tipo de manto curto.

Entrada no Português

Séculos XV-XVI — A palavra 'mantô' (ou variações como 'manto') entra no vocabulário português, inicialmente referindo-se a peças de vestuário longas e soltas, usadas por nobres e clérigos, com função de proteção e status. O termo 'mantô' como peça específica de vestuário feminino, mais elaborada, ganha força posteriormente.

Evolução do Uso

Séculos XVIII-XIX — O 'mantô' se consolida como uma peça de moda feminina, especialmente em climas frios, com variações de tecidos e cortes. No Brasil, devido ao clima predominantemente quente, seu uso é mais restrito a ocasiões específicas ou a regiões mais frias do sul. Século XX — O 'mantô' se democratiza, aparecendo em diferentes estilos e materiais, desde peças de luxo até versões mais casuais. A palavra 'mantô' é registrada como formal/dicionarizada.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Mantô' é uma palavra formal, encontrada em dicionários e usada para descrever peças de vestuário específicas, geralmente casacos longos e elegantes. O uso coloquial tende a preferir 'casaco', 'sobretudo' ou 'jaqueta'.

mantô

Do latim 'mantellum', diminutivo de 'mantum', manto.

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