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mastim

Do latim 'mastivus', derivado de 'masticare' (mastigar), referindo-se à força da mandíbula.

Origem

Idade Média

Origem incerta, possivelmente do latim 'mastivus' (cão de guarda) ou 'mansuetus' (manso, domesticado), com influências do grego 'mastos' (peito, em referência à robustez).

Mudanças de sentido

Idade Média - Período Colonial

Designava cães de grande porte, fortes e robustos, usados para guarda e caça de animais selvagens. A palavra é formal/dicionarizada.

A conotação principal era de força, utilidade e imponência, associada a funções de proteção e trabalho pesado.

Atualidade

O uso diminuiu significativamente no cotidiano, sendo mais restrito a contextos específicos.

No Brasil contemporâneo, 'mastim' é um termo mais técnico ou literário, raramente empregado em conversas informais. A preferência recai sobre nomes de raças específicas (ex: Mastiff Inglês, Mastino Napolitano) ou termos mais genéricos como 'cão de guarda' ou 'cachorro grande'.

Primeiro registro

Idade Média

Registros em textos medievais em línguas românicas, precursoras do português.

Momentos culturais

Período Colonial - Século XIX

Presença em descrições de propriedades rurais e em relatos de viagens, onde a figura do cão de guarda robusto era comum.

Século XX

Aparece em literatura e cinema como símbolo de proteção ou de força bruta, embora menos proeminente que outros termos.

Comparações culturais

Inglês: 'Mastiff' refere-se especificamente a raças de cães de grande porte, com forte associação histórica à guarda e ao combate. Espanhol: 'Mastín' tem um uso similar ao português, designando cães de grande porte e força, com variações regionais como 'mastín español'. Francês: 'Mâtin' também se refere a cães de grande porte, frequentemente associado a raças de guarda.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'mastim' mantém sua relevância em nichos específicos, como cinofilia e literatura, mas perdeu espaço no vocabulário geral brasileiro. Sua formalidade e especificidade a tornam menos comum em interações cotidianas.

Origem Etimológica

Origem incerta, possivelmente do latim 'mastivus' (cão de guarda) ou 'mansuetus' (manso, domesticado), com influências do grego 'mastos' (peito, em referência à robustez). A palavra 'mastim' é formal e dicionarizada.

Entrada no Português

A palavra 'mastim' foi incorporada ao vocabulário português, provavelmente através do latim vulgar ou de outras línguas românicas, para designar cães de grande porte e força, utilizados para guarda e caça.

Uso Contemporâneo

O termo 'mastim' é raramente usado no dia a dia no Brasil, sendo mais comum em contextos literários, históricos ou para descrever raças específicas de cães de grande porte. A palavra é formal/dicionarizada.

mastim

Do latim 'mastivus', derivado de 'masticare' (mastigar), referindo-se à força da mandíbula.

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