Palavras

meningococo

Do grego 'meninx' (meninge) + 'kokkos' (grão, semente).

Origem

Final do século XIX

Formada a partir de termos gregos: 'meninx' (meninge, membrana cerebral) e 'kokkos' (grão, semente), descrevendo a forma e a localização da infecção.

Mudanças de sentido

Final do século XIX - Início do século XX

Termo estritamente científico para um agente patogênico específico.

Meados do século XX - Atualidade

Passa a ser associado diretamente à doença (meningite) e a preocupações de saúde pública, tornando-se um termo de alerta e prevenção.

A palavra 'meningococo' transcendeu seu uso puramente técnico para se tornar um sinônimo popular de risco à saúde, especialmente em surtos epidêmicos, evocando medo e a necessidade de medidas preventivas como a vacinação.

Primeiro registro

Final do século XIX

A nomeação científica da bactéria e sua associação com a meningite ocorrem neste período, com publicações médicas internacionais. A entrada no português brasileiro se dá logo em seguida, em textos acadêmicos e de saúde.

Momentos culturais

Século XX

A palavra se torna recorrente em noticiários durante surtos de meningite, especialmente em campanhas de vacinação em massa, marcando a memória coletiva brasileira.

Atualidade

Presença constante em debates sobre saúde pública, programas de imunização e alertas de vigilância sanitária.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A palavra está intrinsecamente ligada a debates sobre vacinação, hesitação vacinal e acesso a tratamentos médicos, gerando discussões sociais e políticas sobre saúde pública.

Vida emocional

Meados do século XX - Atualidade

Associada a medo, preocupação e urgência, especialmente por pais e responsáveis, devido à gravidade das doenças causadas pelo meningococo.

Vida digital

Anos 2000 - Atualidade

Buscas por 'meningococo' e 'meningite' aumentam significativamente em períodos de surtos ou campanhas de vacinação. Termo aparece em fóruns de saúde, redes sociais e sites de notícias, muitas vezes associado a informações sobre sintomas, prevenção e vacinas.

Representações

Século XX - Atualidade

A palavra e a doença que ela causa são frequentemente mencionadas em telejornais, documentários sobre saúde, matérias de revistas e, ocasionalmente, em tramas de novelas ou séries que abordam temas médicos ou epidemias.

Comparações culturais

Inglês: 'Meningococcus', com a mesma origem etimológica e uso científico/médico. Espanhol: 'Meningococo', idêntico ao português em etimologia e uso. Francês: 'Méningocoque', com a mesma raiz grega. Alemão: 'Meningokokken', também derivado do grego.

Relevância atual

Atualidade

O 'meningococo' continua sendo um patógeno de grande relevância em saúde pública globalmente, com destaque para o Brasil devido à incidência de meningite. A palavra é fundamental em campanhas de vacinação e na conscientização sobre a importância da imunização contra as diferentes sorologias do meningococo.

Origem Etimológica

Final do século XIX — do grego 'meninx' (meninge, membrana que recobre o cérebro) e 'kokkos' (grão, semente), referindo-se à forma arredondada da bactéria e sua associação com a meningite.

Entrada na Língua Portuguesa

Início do século XX — A palavra 'meningococo' entra no vocabulário médico e científico brasileiro, inicialmente em publicações especializadas e relatórios de saúde pública, refletindo o avanço da microbiologia e a necessidade de nomear agentes patogênicos específicos.

Uso e Popularização

Meados do século XX até a atualidade — A palavra ganha maior visibilidade com o aumento da incidência de meningite e campanhas de vacinação. Torna-se um termo familiar em discussões sobre saúde pública, epidemias e cuidados infantis.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Meningococo' é um termo amplamente reconhecido, associado à bactéria Neisseria meningitidis e às doenças que ela causa, como a meningite meningocócica. É comum em notícias sobre saúde, alertas epidemiológicos e discussões sobre vacinação.

meningococo

Do grego 'meninx' (meninge) + 'kokkos' (grão, semente).

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