Palavras

mentol

Do grego 'minthe' (hortelã) e '-ol' (sufixo para álcoois).

Origem

Século XIX

Do francês 'menthol', que tem origem no latim 'mentha' (hortelã) e no sufixo grego '-ol' (indicador de álcool).

Mudanças de sentido

Século XIX

Termo estritamente químico e científico, referindo-se a um composto orgânico específico.

Século XX

Expande seu significado para abranger a sensação refrescante e o aroma característico associado a ele, tornando-se um descritor sensorial em produtos de consumo.

Atualidade

Mantém o sentido sensorial, mas também é usado em contextos de bem-estar e alívio, como em produtos para dores musculares ou desconfortos respiratórios.

Primeiro registro

Final do século XIX

Registros em publicações científicas e farmacêuticas em português, refletindo a adoção do termo internacional para o composto químico.

Momentos culturais

Meados do século XX

A popularização de produtos como balas e cigarros com mentol marca sua presença na cultura de consumo de massa.

Anos 1980-1990

Campanhas publicitárias frequentemente destacam a 'refrescância' do mentol em pastas de dente e produtos para garganta.

Vida digital

Buscas frequentes relacionadas a 'pastilha de mentol', 'chá de mentol', 'alívio de garganta mentol'.

Presença em descrições de produtos de e-commerce e reviews de consumidores.

Menções em blogs de saúde e bem-estar, destacando propriedades terapêuticas.

Comparações culturais

Inglês: 'Menthol' - termo idêntico, amplamente usado em produtos similares. Espanhol: 'Mentol' - termo idêntico, com uso similar em produtos de consumo e farmacêuticos. Francês: 'Menthol' - origem do termo, com uso idêntico.

Relevância atual

Atualidade

O mentol continua sendo um ingrediente chave em diversas indústrias, valorizado por suas propriedades sensoriais e terapêuticas percebidas. Sua presença é constante em produtos de higiene, saúde e bem-estar, mantendo sua relevância no mercado global.

Origem Etimológica

Século XIX — Deriva do francês 'menthol', que por sua vez se origina do latim 'mentha' (hortelã) e do sufixo grego '-ol', indicando um álcool.

Entrada no Português Brasileiro

Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'mentol' entra no vocabulário científico e técnico brasileiro, associada à química e à descoberta de compostos aromáticos.

Popularização e Uso

Século XX — O mentol se torna amplamente conhecido e utilizado em produtos de consumo como balas, cigarros, pastas de dente e medicamentos para alívio de sintomas de resfriado, devido à sua característica sensação refrescante.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Mentol' é uma palavra comum no cotidiano, presente em uma vasta gama de produtos, desde cosméticos e alimentos até terapias alternativas e produtos de higiene pessoal.

mentol

Do grego 'minthe' (hortelã) e '-ol' (sufixo para álcoois).

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