metileno
Do grego 'methy' (vinho) + 'hyle' (matéria, substância), referindo-se ao metanol.
Origem
Do grego 'methy' (vinho) e 'hyle' (matéria, substância). O termo foi cunhado para descrever o álcool metílico, obtido da destilação da madeira, que possuía um odor etílico.
Mudanças de sentido
Originalmente associado ao álcool metílico ('espírito de madeira').
Passa a designar o grupo funcional -CH2- na química orgânica, derivado do metano, e também compostos que o contêm, como o diclorometano.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e manuais de química em português, refletindo a adoção internacional do termo. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt - Palavra formal/dicionarizada)
Comparações culturais
Inglês: 'Methylene', com a mesma origem etimológica e uso técnico. Espanhol: 'Metileno', também com origem e uso idênticos. Francês: 'Méthylène', seguindo a mesma linha terminológica científica.
Relevância atual
Termo essencial na química orgânica, com aplicações em síntese de polímeros, solventes (como o diclorometano), e na indústria farmacêutica. Sua presença é constante em artigos científicos, livros didáticos e na nomenclatura de compostos químicos.
Origem Etimológica
Meados do século XIX — Deriva do grego 'methy' (vinho) e 'hyle' (matéria, substância), referindo-se originalmente ao álcool metílico, que era obtido pela destilação destrutiva da madeira.
Entrada e Consolidação no Português
Final do século XIX e início do século XX — A palavra 'metileno' entra no vocabulário científico e técnico do português, especialmente com o avanço da química orgânica. Sua entrada está ligada à tradução e adaptação de termos científicos internacionais.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Metileno' é um termo técnico amplamente utilizado na química, farmacologia e indústria. É um componente fundamental em diversas reações e compostos, como o diclorometano (cloreto de metileno).
Do grego 'methy' (vinho) + 'hyle' (matéria, substância), referindo-se ao metanol.