mexiam-de-novo
Origem
Formada pela junção do verbo 'mexer' (do latim 'miscere', misturar, agitar) com o advérbio 'de novo' (do latim 'de novo', novamente).
Mudanças de sentido
Referia-se a um ato físico de mover algo repetidamente.
O sentido se expande para ações repetitivas ou insistentes, com conotação de incômodo ou persistência. Uso em contextos abstratos para descrever repetição de comportamento ou ideia.
Uso informal em contextos de humor, ironia ou para descrever situações cotidianas que se repetem. Popularizada na internet e redes sociais.
No ambiente digital, 'mexiam-de-novo' pode aparecer em comentários, posts e memes para expressar a repetição de um evento, a insistência de alguém ou a sensação de que algo está voltando a acontecer. Não possui um significado lexical consolidado como uma palavra única, mas sim como uma locução adverbial ou uma expressão idiomática informal.
Primeiro registro
Registros iniciais de uso da locução adverbial 'de novo' em conjunto com o verbo 'mexer' em textos literários e administrativos da época, indicando a repetição de um movimento ou ação.
Vida digital
Utilizada em comentários e posts em redes sociais para descrever a repetição de eventos ou comportamentos.
Presente em memes e linguagem informal da internet para expressar ironia ou resignação diante de algo que volta a acontecer.
Buscas relacionadas a exemplos de uso em contextos informais e humorísticos.
Comparações culturais
Inglês: Expressões como 'again and again', 'over and over', ou 'here we go again' transmitem a ideia de repetição. Espanhol: 'otra vez', 'de nuevo' ou 'una y otra vez' possuem função similar. A construção brasileira 'mexiam-de-novo' é mais específica na sua origem verbal e uso informal.
Relevância atual
A expressão mantém sua relevância no português brasileiro como um marcador informal de repetição, especialmente em contextos digitais e conversacionais. Sua força reside na simplicidade e na capacidade de evocar uma situação recorrente de forma direta e, por vezes, humorística.
Origem Linguística e Primeiros Usos
Século XVI - Formada pela junção do verbo 'mexer' (do latim 'miscere', misturar, agitar) com o advérbio 'de novo' (do latim 'de novo', novamente). Inicialmente, referia-se a um ato físico de mover algo repetidamente.
Evolução do Sentido e Entrada no Uso Popular
Séculos XVII-XIX - O sentido se expande para ações repetitivas ou insistentes, muitas vezes com conotação de incômodo ou persistência. Começa a ser usada em contextos mais abstratos, indicando a repetição de um comportamento ou ideia.
Modernidade, Internetês e Uso Contemporâneo
Século XX-Atualidade - A expressão ganha força no português brasileiro, especialmente com a popularização da internet e das redes sociais. É frequentemente utilizada de forma informal, em contextos de humor, ironia ou para descrever situações cotidianas que se repetem.