microtomia
Do grego mikrós (pequeno) + tomé (corte).
Origem
Do grego 'mikrós' (pequeno) e 'tomé' (corte). A junção dos termos descreve precisamente a ação de cortar em fatias muito finas.
Mudanças de sentido
O sentido da palavra é estritamente técnico, referindo-se à ação de cortar tecidos em lâminas finas para observação microscópica. Não há desvios ou ressignificações significativas fora do contexto científico.
A microtomia é uma técnica fundamental para o avanço da biologia celular, patologia e outras ciências que dependem da visualização detalhada de estruturas biológicas. Seu sentido permaneceu estável e especializado.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e manuais de histologia da época, refletindo a adoção da técnica na comunidade acadêmica e laboratorial.
Comparações culturais
Inglês: 'microtomy', com a mesma origem grega e uso técnico idêntico. Espanhol: 'microtomía', também derivado do grego e com aplicação científica equivalente. Francês: 'microtomie', seguindo a mesma lógica etimológica e de uso.
Relevância atual
A microtomia continua sendo uma técnica indispensável em laboratórios de pesquisa, hospitais e instituições de ensino. Sua relevância reside na sua aplicação contínua para diagnóstico, pesquisa e desenvolvimento científico, sendo um termo formal e dicionarizado na área técnica.
Origem Etimológica
Formada a partir do grego 'mikrós' (pequeno) e 'tomé' (corte), referindo-se à técnica de cortar em fatias minúsculas.
Entrada na Língua Portuguesa
A palavra 'microtomia' surge no vocabulário científico e técnico em português, provavelmente no final do século XIX ou início do século XX, acompanhando o desenvolvimento da microscopia e da histologia.
Uso Contemporâneo
Termo técnico consolidado na área da biologia, medicina e pesquisa científica, utilizado para descrever a técnica específica de preparação de amostras para análise microscópica.
Do grego mikrós (pequeno) + tomé (corte).