molaridade
Do francês 'molarité', derivado de 'molaire' (molar).
Origem
Deriva do termo 'molar', relacionado à massa molar, que tem sua raiz no latim 'moles' (massa, peso).
Mudanças de sentido
A palavra manteve seu sentido técnico e específico na química, sem grandes ressignificações ou popularizações fora do âmbito científico.
Diferente de outras palavras que sofrem amplas mudanças semânticas, 'molaridade' permaneceu estritamente ligada à sua definição de concentração em química.
Primeiro registro
Presume-se que os primeiros registros em português datem do período de consolidação da química como disciplina acadêmica no Brasil, possivelmente em traduções de manuais ou publicações científicas iniciais.
Comparações culturais
Inglês: 'molarity'. Espanhol: 'molaridad'. Ambos os termos compartilham a mesma origem etimológica e o uso técnico restrito à química, refletindo a internacionalização da terminologia científica.
Relevância atual
A palavra 'molaridade' é fundamental e indispensável no campo da química e áreas afins, sendo um conceito básico ensinado em níveis educacionais variados e aplicado em pesquisas e processos industriais.
Origem Etimológica
Século XIX — Deriva do termo 'molar', que por sua vez vem do latim 'moles' (massa, peso), referindo-se à massa molar, a massa de um mol de uma substância.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'molaridade' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, especialmente em química, acompanhando o desenvolvimento da ciência no Brasil e a tradução de obras estrangeiras.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo técnico amplamente utilizado em química, bioquímica e áreas correlatas, presente em livros didáticos, artigos científicos e laboratórios. Sua formalidade é mantida em contextos acadêmicos e profissionais.
Do francês 'molarité', derivado de 'molaire' (molar).