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molibdênio

Do grego 'molybdos', que significa 'chumbo', devido à semelhança de alguns de seus minerais com os de chumbo.

Origem

Século XVIII

Deriva do grego 'molybdos' (chumbo), devido à confusão inicial com minerais de chumbo, e 'aides' (semelhante). Nomeado por Carl Wilhelm Scheele.

Primeiro registro

1781

Identificação do elemento por Carl Wilhelm Scheele em suas publicações científicas.

1800

Isolamento do metal puro por Louis Nicolas Vauquelin.

Comparações culturais

Inglês: 'Molybdenum'. Espanhol: 'Molibdeno'. Ambos os termos compartilham a mesma raiz etimológica grega e são usados em contextos científicos e técnicos similares.

Relevância atual

O termo 'molibdênio' mantém sua relevância como um termo técnico essencial na química, metalurgia e engenharia. É um elemento crucial para a fabricação de aços especiais, catalisadores e em aplicações eletrônicas.

A palavra é encontrada em artigos científicos, manuais técnicos e discussões sobre materiais avançados. Não possui uso coloquial ou popular fora de seu domínio técnico.

Origem Etimológica

Século XVIII — do grego 'molybdos' (chumbo) e 'aides' (semelhante), devido à sua semelhança com minerais de chumbo. A palavra foi cunhada pelo químico sueco Carl Wilhelm Scheele.

Isolamento e Nomeação

1781 — Carl Wilhelm Scheele identifica o molibdênio como um novo elemento, mas não o isola. 1800 — Louis Nicolas Vauquelin isola o metal puro.

Entrada no Uso Técnico

Século XIX e XX — O molibdênio começa a ser reconhecido por suas propriedades em ligas metálicas, especialmente aço, para aumentar a dureza e a resistência à corrosão. Sua aplicação se expande na indústria.

Uso Contemporâneo

Atualidade — O termo 'molibdênio' é uma palavra formal e dicionarizada, restrita a contextos científicos, industriais e técnicos. É um elemento químico essencial em diversas aplicações de alta tecnologia.

molibdênio

Do grego 'molybdos', que significa 'chumbo', devido à semelhança de alguns de seus minerais com os de chumbo.

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