molibdato
Derivado de 'molibdênio' + sufixo '-ato'.
Origem
Deriva do nome do elemento químico Molibdênio (Mo), que por sua vez vem do grego 'molybdos' (chumbo, grafite), devido à semelhança com a galena. O termo 'molibdato' refere-se a um sal ou ânion derivado do ácido molíbdico.
Comparações culturais
Inglês: 'molybdate'. Espanhol: 'molibdato'. Francês: 'molybdate'. Alemão: 'Molybdat'. O termo é internacional na química, mantendo a raiz grega em diversas línguas.
Relevância atual
A palavra 'molibdato' mantém sua relevância estritamente no campo científico e industrial, sendo fundamental para a química inorgânica, bioquímica (como cofator enzimático) e na indústria de fertilizantes e pigmentos. Sua entrada no português brasileiro ocorreu em um contexto de formalização científica.
Origem Etimológica
Século XVIII — Deriva do nome do elemento químico Molibdênio (Mo), descoberto em 1781 por Carl Wilhelm Scheele. O nome 'molibdênio' vem do grego 'molybdos', que significava chumbo ou grafite, devido à semelhança visual com a galena (sulfeto de chumbo).
Entrada na Língua Portuguesa
Século XIX — A palavra 'molibdato' entra no vocabulário científico e técnico do português, provavelmente através de publicações científicas europeias, refletindo o avanço da química e da mineralogia. O termo é formal e dicionarizado.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Molibdato' é um termo estritamente técnico, usado em química, geologia e bioquímica. Sua presença é restrita a contextos acadêmicos, industriais e de pesquisa, sem penetração na linguagem coloquial ou popular.
Derivado de 'molibdênio' + sufixo '-ato'.