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monismo

Do grego 'monos' (único) + sufixo '-ismo'.

Origem

Século XVII

Deriva do grego 'monos' (único) e do sufixo 'ismós', indicando doutrina ou sistema. O termo foi criado para categorizar filosofias que defendem a existência de uma única realidade fundamental.

Mudanças de sentido

Século XIX

O sentido primário de 'doutrina da unidade fundamental' se consolida no contexto acadêmico e filosófico.

Século XX - Atualidade

Expande-se para abranger a ideia de interconexão e totalidade em sistemas complexos, não apenas em ontologia, mas também em ecologia, física e até em abordagens de bem-estar.

Embora o núcleo semântico permaneça filosófico, o conceito de 'monismo' como uma visão de mundo unificada ressoa em discursos contemporâneos sobre holismo, onde a separação entre mente e corpo, ou entre o indivíduo e o ambiente, é questionada.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em obras filosóficas e acadêmicas em português, traduzindo e discutindo correntes de pensamento europeias. (Referência implícita: corpus_filosofico_portugues.txt)

Momentos culturais

Século XIX - Início do Século XX

Debates filosóficos sobre idealismo vs. materialismo, e a ascensão de pensadores que propunham visões monistas da realidade, influenciando a produção acadêmica e literária.

Meados do Século XX

Discussões em física teórica e cosmologia sobre a natureza fundamental do universo, onde o conceito de uma unidade subjacente pode ser tangencialmente relacionado ao monismo.

Comparações culturais

Inglês: 'Monism' é usado com o mesmo sentido filosófico fundamental. Espanhol: 'Monismo' também mantém o significado filosófico central. Alemão: 'Monismus' é um termo técnico chave na história da filosofia alemã, com forte presença desde o século XIX (ex: Spinoza, Hegel).

Relevância atual

Atualidade

O termo 'monismo' continua sendo um conceito central em discussões filosóficas, metafísicas e epistemológicas. Sua relevância se estende a debates sobre a natureza da consciência, a relação entre mente e matéria, e a busca por uma compreensão unificada da realidade em diversas disciplinas científicas e humanísticas.

Origem Etimológica

Século XVII — do grego 'monos' (único) e 'ismós' (doutrina, sistema). Termo cunhado para descrever filosofias que postulam uma única substância ou princípio fundamental.

Entrada e Consolidação no Português

Século XIX — O termo 'monismo' entra no vocabulário filosófico e acadêmico do português, especialmente com a influência de correntes filosóficas europeias. Inicialmente restrito a círculos intelectuais.

Uso Contemporâneo

Século XX e Atualidade — 'Monismo' mantém seu uso formal em filosofia e teologia, mas também aparece em discussões mais amplas sobre unidade, holismo e a interconexão de sistemas, refletindo uma busca por simplificação e coerência em diversas áreas.

monismo

Do grego 'monos' (único) + sufixo '-ismo'.

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