monocotiledôneas
Do grego 'monos' (um) e 'kotyledon' (copo, receptáculo).
Origem
Do grego 'monos' (um) e 'kotiledon' (copo, semente), cunhado para descrever plantas com um único cotilédone embrionário.
Mudanças de sentido
Definição estritamente botânica, classificatória.
Ampliação para uso em contextos educacionais e de divulgação científica, mantendo o sentido técnico.
A palavra 'monocotiledôneas' manteve seu sentido técnico original, mas sua frequência de uso aumentou com a expansão da educação científica e a necessidade de classificar a vasta diversidade de plantas em estudos botânicos e agrícolas.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e acadêmicas de botânica no Brasil e em Portugal, traduzindo e adaptando a terminologia internacional.
Momentos culturais
Inclusão em livros didáticos de biologia e ciências naturais, tornando-se parte do conhecimento escolar básico sobre botânica.
Comparações culturais
Inglês: 'monocotyledon' (termo técnico similar, derivado do grego). Espanhol: 'monocotiledónea' (termo técnico similar, derivado do grego). Francês: 'monocotylédone' (termo técnico similar, derivado do grego).
Relevância atual
Termo fundamental na botânica e agronomia, essencial para a classificação de plantas de importância econômica e ecológica, como milho, trigo, arroz e cana-de-açúcar. Continua sendo um termo técnico de uso corrente em pesquisas científicas e no ensino.
Origem Etimológica
Século XIX — termo cunhado a partir do grego antigo, combinando 'monos' (um) e 'kotiledon' (copo ou semente), referindo-se à característica botânica de possuir um único cotilédone na semente.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'monocotiledôneas' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, especialmente em obras de botânica e agronomia, refletindo o avanço da taxonomia vegetal.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo amplamente utilizado em botânica, agronomia, ecologia e educação, referindo-se a um grupo de plantas com características específicas, como gramíneas, palmeiras e orquídeas.
Do grego 'monos' (um) e 'kotyledon' (copo, receptáculo).