Palavras

monocultura

Do grego 'monos' (único) e latim 'cultura' (cultivo).

Origem

Século XIX

Formada a partir do grego 'monos' (único) e do latim 'cultura' (cultivo, lavoura). O termo surge em contextos de debate sobre práticas agrícolas.

Mudanças de sentido

Início do Século XX

Termo técnico para descrever o cultivo de uma única espécie em larga escala.

Meados do Século XX - Atualidade

Passa a ter conotação crítica, associada à padronização, perda de biodiversidade e dependência econômica.

A partir de meados do século XX, com o avanço de modelos agrícolas intensivos e a globalização, o termo 'monocultura' começou a ser associado a problemas como a vulnerabilidade a pragas e doenças, esgotamento do solo e impactos socioeconômicos negativos, especialmente em comparação com sistemas agrícolas mais diversificados.

Primeiro registro

Início do Século XX

Registros em publicações agrícolas e econômicas brasileiras, refletindo a adoção de práticas de cultivo em larga escala.

Momentos culturais

Século XX

Debates sobre o modelo de desenvolvimento agrário no Brasil, com a expansão de culturas como a soja e a cana-de-açúcar.

Atualidade

Presença constante em documentários, reportagens e discussões acadêmicas sobre sustentabilidade e agronegócio.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

Conflitos relacionados à expansão de grandes propriedades monoculturais em detrimento de comunidades tradicionais e da agricultura familiar.

Atualidade

Debates sobre o impacto ambiental da monocultura, como desmatamento e uso intensivo de agrotóxicos, gerando tensões entre setores produtivos e ambientalistas.

Vida emocional

Século XX - Atualidade

Associada a sentimentos de preocupação ambiental, crítica ao modelo de desenvolvimento e, por vezes, a uma visão de progresso e eficiência econômica.

Vida digital

Atualidade

Termo frequentemente buscado em relação a agronegócio, sustentabilidade, impactos ambientais e modelos agrícolas.

Atualidade

Utilizado em artigos de opinião, posts de redes sociais e notícias sobre o setor agrícola e suas consequências.

Representações

Século XX - Atualidade

A monocultura é frequentemente retratada em documentários sobre meio ambiente e agronegócio, e em notícias que abordam questões de terra, produção de alimentos e sustentabilidade.

Comparações culturais

Século XIX - Atualidade

Inglês: 'Monoculture' - termo técnico e crítico similar ao português. Espanhol: 'Monocultivo' ou 'Monocultura' - uso análogo, com forte carga crítica em debates sobre agronegócio e sustentabilidade. Francês: 'Monoculture' - mesmo sentido técnico e crítico. Alemão: 'Monokultur' - idêntico uso e conotação.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'monocultura' é central em debates sobre o futuro da agricultura, segurança alimentar, conservação ambiental e modelos de desenvolvimento econômico, especialmente no contexto brasileiro, um dos maiores produtores agrícolas do mundo.

Origem Etimológica

Século XIX - Formada a partir do grego 'monos' (único) e do latim 'cultura' (cultivo, lavoura). O termo surge em contextos de debate sobre práticas agrícolas.

Entrada e Uso Inicial no Português

Início do século XX - A palavra 'monocultura' começa a ser utilizada no Brasil, principalmente em publicações técnicas e científicas relacionadas à agricultura e economia.

Expansão Conceitual e Crítica

Meados do século XX até a atualidade - O conceito de monocultura transcende a agricultura, sendo aplicado a outros sistemas (econômicos, sociais, culturais) e ganhando conotações negativas ligadas à perda de diversidade e vulnerabilidade.

Uso Contemporâneo

Atualidade - 'Monocultura' é um termo amplamente utilizado em discussões sobre sustentabilidade, agronegócio, biodiversidade e impactos ambientais e sociais.

monocultura

Do grego 'monos' (único) e latim 'cultura' (cultivo).

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