Palavras

monofone

Do grego 'monos' (único) + 'phoné' (som).

Origem

Antiguidade Clássica

Do grego 'monos' (único) e 'phoné' (som, voz).

Mudanças de sentido

Século XIX

Definição técnica em fonética: som único ou fonema pronunciado com uma única emissão de voz.

A palavra 'monofone' é formalmente introduzida e definida em manuais e estudos de linguística, estabelecendo seu significado técnico e científico.

Primeiro registro

Século XIX

Presença em obras de linguística e fonética publicadas no Brasil e em Portugal, embora registros específicos possam variar.

Momentos culturais

Século XX

Utilização em currículos escolares e universitários de linguística e letras, solidificando seu lugar no ensino formal.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'monophthong' (em fonética vocálica) ou 'monophone' (termo mais geral para som único). Espanhol: 'monófono' (som único, fonema). O conceito é universal em estudos linguísticos.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'monofone' mantém sua relevância em estudos acadêmicos de fonética, fonologia e linguística, sendo um termo técnico essencial para descrever a natureza dos sons da fala.

Origem Etimológica

Deriva do grego 'monos' (único) e 'phoné' (som, voz), referindo-se a um som singular.

Entrada e Consolidação no Português

O termo 'monofone' surge no vocabulário científico e linguístico do português, provavelmente a partir do século XIX, com a expansão dos estudos de fonética e fonologia.

Uso Contemporâneo

A palavra é utilizada em contextos acadêmicos e técnicos, referindo-se a fonemas ou sons produzidos com uma única emissão vocal, contrastando com ditongos ou outros sons compostos.

monofone

Do grego 'monos' (único) + 'phoné' (som).

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