monólogo
Do grego monólogos, de mónos 'só' + lógos 'discurso'.
Origem
Do grego 'monos' (sozinho) e 'logos' (discurso).
Mudanças de sentido
Discurso ou fala de uma só pessoa.
Fala extensa de um personagem em uma peça de teatro ou filme, expressando pensamentos íntimos.
Mantém o sentido teatral e literário, mas também se aplica a qualquer discurso individual prolongado em outros contextos.
A definição 'Discurso ou fala de uma só pessoa; fala extensa de um personagem em uma peça de teatro ou filme' é a acepção formal e dicionarizada, conforme encontrado em '4_lista_exaustiva_portugues.txt'.
Primeiro registro
A entrada do termo no português se dá a partir do século XVII, com base em raízes gregas e influências de línguas europeias.
Momentos culturais
O monólogo se torna um recurso dramático central no teatro romântico e realista, permitindo a exploração psicológica dos personagens.
O cinema e a televisão adotam o monólogo como ferramenta narrativa, seja em falas diretas para a câmera ou em narrações em off.
Representações
Monólogos são frequentes em filmes ('Taxi Driver', 'O Discurso do Rei'), séries ('Fleabag', 'The Office') e peças de teatro contemporâneas, servindo para aprofundar personagens e expor conflitos internos.
Comparações culturais
Inglês: 'monologue' (mesma origem e uso, especialmente teatral e literário). Espanhol: 'monólogo' (idêntica origem e aplicação). Francês: 'monologue' (termo de origem similar e uso equivalente). Italiano: 'monologo' (termo de origem similar e uso equivalente).
Relevância atual
O termo 'monólogo' mantém sua relevância formal em contextos acadêmicos, literários e teatrais. Em conversas informais, pode ser usado de forma mais ampla para descrever uma fala unilateral ou um discurso sem interrupção, embora menos comum que o uso formal.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XVII — do grego 'monos' (sozinho) e 'logos' (discurso), referindo-se a um discurso de uma só pessoa. A palavra foi incorporada ao vocabulário português, possivelmente através do francês 'monologue' ou do italiano 'monologo', mantendo seu sentido original.
Consolidação no Uso Teatral e Literário
Séculos XVIII-XIX — O termo 'monólogo' se consolida no contexto teatral e literário, designando falas extensas de personagens que expressam seus pensamentos e sentimentos. É um recurso dramático amplamente utilizado.
Uso Contemporâneo e Ampliação de Sentido
Século XX-Atualidade — O uso de 'monólogo' se expande para além do teatro, abrangendo discursos individuais em diversas mídias e contextos. A palavra é formal/dicionarizada, conforme indicado em '4_lista_exaustiva_portugues.txt'.
Do grego monólogos, de mónos 'só' + lógos 'discurso'.