monopolizar

Do grego 'monopolein', de 'monos' (só, único) e 'polein' (vender).

Origem

Século XIX

Do grego 'monopolein' (vender algo em exclusividade), de 'monos' (único) e 'polein' (vender). Deriva do substantivo 'monopólio'.

Mudanças de sentido

Século XIX

Sentido estritamente econômico e legal: controle exclusivo de comércio ou produção.

Anos 1980/1990

Expansão para o sentido figurado: dominar ou controlar algo de forma exclusiva em outros domínios (atenção, espaço, tempo).

Atualidade

Uso corrente em contextos sociais e interpessoais para descrever a dominação de atenção ou afeto.

A palavra 'monopolizar' no uso contemporâneo frequentemente carrega uma carga de crítica ou observação sobre dinâmicas de poder em interações sociais, especialmente em ambientes digitais onde a disputa por atenção é acirrada.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em textos jurídicos e econômicos que discutem práticas de mercado e leis de concorrência. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt)

Momentos culturais

Século XX

Frequentemente presente em debates sobre políticas antitruste e a regulação de grandes corporações.

Atualidade

Aparece em discussões sobre o poder das grandes empresas de tecnologia em dominar mercados digitais e a atenção dos usuários.

Conflitos sociais

Século XX

Associado a conflitos legais e debates sobre a ética empresarial e a justiça econômica.

Atualidade

Utilizado em discussões sobre a concentração de poder em plataformas digitais e o impacto na liberdade de expressão e no acesso à informação.

Vida digital

Anos 2010 - Atualidade

Comum em discussões online sobre relacionamentos, dinâmicas de grupo e comportamento em redes sociais. Usado em memes e posts para descrever alguém que domina a conversa ou a atenção.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'to monopolize' (sentido econômico e figurado similar). Espanhol: 'monopolizar' (sentido econômico e figurado similar). Francês: 'monopoliser' (sentido econômico e figurado similar).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'monopolizar' mantém sua relevância tanto no âmbito econômico-jurídico, em debates sobre concorrência e regulação, quanto no âmbito social e interpessoal, descrevendo a dinâmica de controle e dominação em interações humanas, especialmente no contexto digital.

Origem Etimológica e Entrada no Português

Século XIX — Deriva do grego 'monopolein' (vender algo em exclusividade), composto por 'monos' (único) e 'polein' (vender). A forma verbal 'monopolizar' surge no português a partir do substantivo 'monopólio', que já existia para designar o controle exclusivo de um bem ou serviço. A entrada no vocabulário português se dá no contexto de discussões econômicas e legais.

Evolução e Uso

Século XX — O verbo 'monopolizar' se consolida no discurso econômico e jurídico, referindo-se a práticas de mercado que restringem a concorrência. Ganha conotação negativa, associada a abuso de poder econômico. Anos 1980/1990 — Expande-se para o uso figurado, descrevendo a ação de dominar ou controlar algo de forma exclusiva em outros contextos, como atenção, tempo ou espaço.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Mantém o sentido econômico e jurídico, mas é amplamente utilizado em contextos sociais e interpessoais para descrever a tentativa de dominar a atenção, a conversa ou o afeto de alguém. A palavra é frequentemente usada em discussões sobre dinâmicas de poder em relacionamentos e redes sociais.

monopolizar

Do grego 'monopolein', de 'monos' (só, único) e 'polein' (vender).

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