monopolizar
Do grego 'monopolein', de 'monos' (só, único) e 'polein' (vender).
Origem
Do grego 'monopolein' (vender algo em exclusividade), de 'monos' (único) e 'polein' (vender). Deriva do substantivo 'monopólio'.
Mudanças de sentido
Sentido estritamente econômico e legal: controle exclusivo de comércio ou produção.
Expansão para o sentido figurado: dominar ou controlar algo de forma exclusiva em outros domínios (atenção, espaço, tempo).
Uso corrente em contextos sociais e interpessoais para descrever a dominação de atenção ou afeto.
A palavra 'monopolizar' no uso contemporâneo frequentemente carrega uma carga de crítica ou observação sobre dinâmicas de poder em interações sociais, especialmente em ambientes digitais onde a disputa por atenção é acirrada.
Primeiro registro
Registros em textos jurídicos e econômicos que discutem práticas de mercado e leis de concorrência. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt)
Momentos culturais
Frequentemente presente em debates sobre políticas antitruste e a regulação de grandes corporações.
Aparece em discussões sobre o poder das grandes empresas de tecnologia em dominar mercados digitais e a atenção dos usuários.
Conflitos sociais
Associado a conflitos legais e debates sobre a ética empresarial e a justiça econômica.
Utilizado em discussões sobre a concentração de poder em plataformas digitais e o impacto na liberdade de expressão e no acesso à informação.
Vida digital
Comum em discussões online sobre relacionamentos, dinâmicas de grupo e comportamento em redes sociais. Usado em memes e posts para descrever alguém que domina a conversa ou a atenção.
Comparações culturais
Inglês: 'to monopolize' (sentido econômico e figurado similar). Espanhol: 'monopolizar' (sentido econômico e figurado similar). Francês: 'monopoliser' (sentido econômico e figurado similar).
Relevância atual
A palavra 'monopolizar' mantém sua relevância tanto no âmbito econômico-jurídico, em debates sobre concorrência e regulação, quanto no âmbito social e interpessoal, descrevendo a dinâmica de controle e dominação em interações humanas, especialmente no contexto digital.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIX — Deriva do grego 'monopolein' (vender algo em exclusividade), composto por 'monos' (único) e 'polein' (vender). A forma verbal 'monopolizar' surge no português a partir do substantivo 'monopólio', que já existia para designar o controle exclusivo de um bem ou serviço. A entrada no vocabulário português se dá no contexto de discussões econômicas e legais.
Evolução e Uso
Século XX — O verbo 'monopolizar' se consolida no discurso econômico e jurídico, referindo-se a práticas de mercado que restringem a concorrência. Ganha conotação negativa, associada a abuso de poder econômico. Anos 1980/1990 — Expande-se para o uso figurado, descrevendo a ação de dominar ou controlar algo de forma exclusiva em outros contextos, como atenção, tempo ou espaço.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Mantém o sentido econômico e jurídico, mas é amplamente utilizado em contextos sociais e interpessoais para descrever a tentativa de dominar a atenção, a conversa ou o afeto de alguém. A palavra é frequentemente usada em discussões sobre dinâmicas de poder em relacionamentos e redes sociais.
Do grego 'monopolein', de 'monos' (só, único) e 'polein' (vender).