monotípico
Do grego 'monos' (único) + 'typos' (tipo, modelo).
Origem
Do grego 'monos' (μόνος), que significa 'único', e 'typos' (τύπος), que significa 'tipo', 'modelo', 'marca', 'impressão'. O sufixo '-ico' denota relação ou pertencimento.
Mudanças de sentido
Primariamente restrito ao campo científico, especialmente biologia, para designar um táxon (espécie, gênero) que contém apenas uma unidade taxonômica inferior. Ex: um gênero monotípico possui apenas uma espécie.
Embora o uso científico prevaleça, pode ser empregado em outros contextos para indicar exclusividade ou singularidade de um tipo, embora seja menos comum que termos mais gerais.
O termo 'monotípico' é formal e dicionarizado, como indicado no contexto RAG. Seu uso fora da biologia é raro e geralmente requer um contexto específico para ser compreendido, não havendo uma ressignificação ampla ou popular.
Primeiro registro
Acredita-se que os primeiros registros em português datem do final do século XIX ou início do século XX, acompanhando a disseminação da terminologia científica internacional. Referências em periódicos científicos da época seriam os locais mais prováveis.
Comparações culturais
Inglês: 'monotypic' ou 'monotypical', com o mesmo sentido técnico em biologia e outras áreas científicas. Espanhol: 'monotípico', idêntico ao português em origem e uso. Francês: 'monotypique', também com o mesmo significado científico. Alemão: 'monotypisch', seguindo a mesma linha etimológica e de aplicação.
Relevância atual
A palavra 'monotípico' mantém sua relevância primariamente no âmbito acadêmico e científico, especialmente em taxonomia, biologia evolutiva e áreas correlatas. Fora desses círculos, seu uso é limitado e específico, não possuindo grande penetração na linguagem cotidiana ou digital.
Origem Etimológica
Século XIX — Formada a partir do grego 'monos' (único) e 'typos' (tipo, modelo, marca), com o sufixo '-ico' indicando relação.
Entrada e Uso Inicial no Português
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'monotípico' entra no vocabulário científico, especialmente na biologia e zoologia, para descrever espécies ou gêneros com uma única espécie.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Mantém seu uso técnico em biologia e outras ciências, mas pode aparecer em contextos mais amplos para descrever algo que se restringe a um único tipo ou padrão, embora com menor frequência.
Do grego 'monos' (único) + 'typos' (tipo, modelo).