monoteísmo

Do grego 'monos' (único) + 'theos' (deus).

Origem

Século XIX

Do grego 'monos' (único) e 'theos' (deus), com o sufixo '-ismo' que denota doutrina, sistema ou prática.

Mudanças de sentido

Século XIX

Inicialmente, o termo foi cunhado para categorizar e diferenciar sistemas de crenças, contrastando com o politeísmo e o henoteísmo. O sentido primário de 'crença em um único deus' permaneceu estável.

A distinção entre monoteísmo e outras formas de crença divina tornou-se crucial no estudo comparativo das religiões, ganhando precisão semântica em círculos acadêmicos e teológicos.

Primeiro registro

Século XIX

O termo 'monoteísmo' e seus derivados começam a aparecer em publicações acadêmicas e teológicas em português, refletindo o desenvolvimento do estudo comparativo das religiões.

Momentos culturais

Século XIX - XX

O conceito de monoteísmo foi central em debates sobre a evolução das religiões e a superioridade moral de certas crenças, influenciando a literatura e a filosofia.

Atualidade

O monoteísmo continua a ser um pilar cultural e social para bilhões de pessoas, moldando leis, ética e conflitos globais.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A exclusividade e a natureza missionária de algumas religiões monoteístas historicamente contribuíram para conflitos inter-religiosos e perseguições, um tema recorrente em discussões sociopolíticas.

Comparações culturais

Século XIX - Atualidade

Inglês: 'monotheism'. Espanhol: 'monoteísmo'. Ambos os idiomas adotaram o termo com a mesma raiz grega e sentido similar, refletindo a influência acadêmica europeia. Francês: 'monothéisme'. Alemão: 'Monotheismus'.

Relevância atual

Atualidade

O termo 'monoteísmo' é fundamental para entender as principais religiões globais, suas interações e os debates contemporâneos sobre secularismo, pluralismo religioso e identidade cultural.

Origem Etimológica

Século XIX — Formada a partir do grego 'monos' (único) e 'theos' (deus), com o sufixo '-ismo' indicando doutrina ou sistema.

Entrada e Consolidação no Português

Século XIX/XX — A palavra 'monoteísmo' entra no vocabulário português, especialmente em contextos acadêmicos, teológicos e filosóficos, para descrever a crença em um único deus, em contraste com o politeísmo.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Monoteísmo' é um termo amplamente utilizado em discussões religiosas, históricas, sociológicas e culturais, referindo-se a religiões como o Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, e suas ramificações.

monoteísmo

Do grego 'monos' (único) + 'theos' (deus).

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