nóbel
Do grego xeros (seco) + phagein (comer).
Origem
Do nome próprio Alfred Nobel (1833-1896), inventor sueco e fundador dos Prêmios Nobel.
Mudanças de sentido
Referência direta aos Prêmios Nobel e aos seus ganhadores.
Designação formal para os prêmios e seus laureados, sinônimo de excelência e reconhecimento internacional.
A palavra 'Nobel' em si não sofreu grandes ressignificações semânticas no português brasileiro, mantendo-se ligada à ideia de prêmio de alto prestígio. O sentido é direto e referencial.
Primeiro registro
Registros em jornais e publicações da época que cobriam a instituição e os primeiros laureados dos Prêmios Nobel.
Momentos culturais
A concessão dos Prêmios Nobel, especialmente nas categorias de Literatura e Paz, frequentemente gerava debates e repercussão na imprensa e na esfera intelectual brasileira.
A premiação anual continua sendo um evento de destaque global, com forte cobertura midiática e discussões sobre os indicados e vencedores.
Comparações culturais
Inglês: 'Nobel' (mesma origem e uso). Espanhol: 'Nobel' (mesma origem e uso). Francês: 'Nobel' (mesma origem e uso). Alemão: 'Nobelpreis' (prêmio Nobel) e 'Nobelpreisträger' (laureado com o Nobel).
Relevância atual
A palavra 'Nobel' mantém sua relevância como um marcador de excelência e reconhecimento máximo em diversas áreas do conhecimento e da atividade humana. É um termo amplamente compreendido e associado a conquistas significativas.
Origem Etimológica
Século XIX - Deriva do nome do químico e industrial sueco Alfred Nobel (1833-1896), inventor da dinamite e criador dos Prêmios Nobel.
Entrada no Português Brasileiro
Início do século XX - A palavra 'Nobel' entra no vocabulário português, inicialmente referindo-se especificamente aos prêmios criados por Alfred Nobel e, por extensão, aos seus laureados.
Uso Contemporâneo
Atualidade - 'Nobel' é amplamente utilizado para designar os prêmios em diversas áreas (Física, Química, Medicina, Literatura, Paz, Economia) e também, de forma metonímica, os próprios vencedores desses prêmios. A palavra é formal e dicionarizada, sem conotações negativas ou positivas intrínsecas, apenas descritiva do reconhecimento de excelência.
Do grego xeros (seco) + phagein (comer).