nao-curtiam

Derivado do verbo 'curtir' + advérbio de negação 'não'.

Origem

Século XVI

Do francês 'courtiser' (fazer corte, cortejar), originado do latim 'cohors, cohortis' (corte, pátio, companhia). O sentido original era de 'dar atenção', 'agradar', 'fazer galanteios'.

Séculos XVII-XIX

Evolução para 'desfrutar', 'apreciar', 'gostar de'.

Mudanças de sentido

Século XVI

Sentido original: cortejar, galantear, agradar.

Séculos XVII-XIX

Evolução para: desfrutar, apreciar, gostar.

Século XX - Atualidade

Negação do desfrute ou apreço no passado. 'Não curtiam' indica falta de interesse, desgosto ou indiferença.

A forma verbal 'não curtiam' é a negação direta do pretérito imperfeito do indicativo do verbo 'curtir'. Refere-se a uma ação ou estado que não ocorria ou não era apreciado em um período passado contínuo ou habitual. Ex: 'Eles não curtiam aquele tipo de música nos anos 80.'

Primeiro registro

Século XIX

Registros da forma verbal 'curtiam' em textos literários e documentais brasileiros, com a negação 'não' anteposta seguindo as regras gramaticais. A forma específica 'não curtiam' como negação de 'curtiam' é inerente à estrutura da língua.

Momentos culturais

Anos 1980-1990

Uso comum em conversas sobre música, moda e comportamento juvenil, expressando desaprovação ou falta de afinidade com tendências da época. Ex: 'A galera mais velha não curtiam o rock'.

Anos 2000

Popularização do verbo 'curtir' no contexto das redes sociais (Orkut, Facebook), onde 'não curtir' se torna uma ação explícita. A forma 'não curtiam' mantém seu sentido original de negação no passado, mas o verbo ganha nova vida digital.

Vida digital

Anos 2000 - Atualidade

O verbo 'curtir' se torna central nas interações online. 'Não curtiam' é usado em discussões sobre o passado, comparando gostos e tendências. Ex: 'Eu não curtiam muito essa série quando era criança, mas hoje acho legal'.

Atualidade

A expressão pode aparecer em memes ou discussões nostálgicas, contrastando o que era apreciado no passado com o presente. Ex: 'Meus pais não curtiam meu estilo de roupa antigamente'.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: A negação do passado de 'to like' ou 'to enjoy' seria expressa com 'didn't like' ou 'didn't enjoy'. Espanhol: A negação do pretérito imperfeito de 'gustar' ou 'disfrutar' seria 'no gustaban' ou 'no disfrutaban'. Francês: 'n'aimaient pas' ou 'n'appréciaient pas'.

Relevância atual

Atualidade

'Não curtiam' permanece como uma forma verbal comum e compreendida no português brasileiro, utilizada para descrever a ausência de apreço ou interesse em contextos passados. Sua relevância é mantida pela sua função gramatical e pela continuidade do verbo 'curtir' na linguagem cotidiana e digital.

Origem do Verbo 'Curtir'

Século XVI - Derivado do francês 'courtiser' (fazer corte, cortejar), que por sua vez vem do latim 'cohors, cohortis' (corte, pátio, companhia). Inicialmente, significava 'dar atenção a', 'agradar', 'fazer galanteios'.

Evolução do Sentido de 'Curtir'

Séculos XVII-XIX - O sentido evolui para 'desfrutar', 'apreciar', 'gostar de'. No Brasil, o verbo ganha força com a influência cultural e a expansão da língua.

Formação de 'Não Curtiam'

Século XIX em diante - A forma verbal 'curtiam' (pretérito imperfeito do indicativo) se estabelece no português brasileiro. A negação 'não' anteposta é uma construção gramatical padrão. 'Não curtiam' surge como a negação direta da ação de desfrutar ou gostar no passado.

Uso Contemporâneo de 'Não Curtiam'

Século XX e Atualidade - 'Não curtiam' é amplamente utilizado na fala cotidiana e na escrita informal para expressar a ausência de apreço, desinteresse ou desgosto por algo ou alguém em um período passado. Ganha novas nuances com a cultura digital.

nao-curtiam

Derivado do verbo 'curtir' + advérbio de negação 'não'.

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