nao-existindo
Formado pelo advérbio 'não' e o gerúndio do verbo 'existir'.
Origem
Deriva do gerúndio latino do verbo 'existere' (existir), combinado com o advérbio de negação 'non' (não), que evoluiu para 'não' no português.
Mudanças de sentido
A combinação 'não existindo' sempre manteve seu sentido literal de ausência de existência ou ocorrência, sem grandes ressignificações semânticas ao longo do tempo.
Primeiro registro
Registros de textos em português arcaico já demonstram o uso de estruturas com gerúndio negado, embora a documentação específica para 'não existindo' possa variar em precisão temporal. A estrutura é inerente ao desenvolvimento da língua a partir do latim.
Momentos culturais
Presente em obras literárias de diferentes épocas para descrever situações onde algo ou alguém não se manifestava ou não possuía existência.
Utilizado em discussões sobre ontologia, a natureza do ser e a ausência de existência, especialmente em textos acadêmicos e religiosos.
Vida digital
A forma 'não existindo' aparece em fóruns de discussão, redes sociais e em comentários, geralmente em contextos de argumentação ou explicação gramatical.
Não há registros de viralizações ou memes especificamente centrados na expressão 'não existindo', dada sua natureza puramente gramatical e descritiva.
Comparações culturais
Inglês: 'not existing' ou 'non-existent'. Espanhol: 'no existiendo' ou 'inexistente'. A estrutura de gerúndio negado é comum em línguas românicas, enquanto o inglês tende a usar particípios ou adjetivos.
Relevância atual
A expressão 'não existindo' mantém sua relevância como uma forma gramaticalmente correta e funcional na língua portuguesa brasileira, utilizada para expressar a ausência de algo. Sua presença é mais notada em textos formais, acadêmicos e em contextos onde a precisão gramatical é importante.
Origem Latina e Formação do Gerúndio
Século XIII - O gerúndio em português se desenvolve a partir do gerúndio latino (terminado em -ndum), que expressava uma ação em curso. A forma 'existindo' deriva do verbo latino 'existere' (surgir, aparecer, existir). A negação 'não' é um advérbio de origem germânica que se consolidou no português para negar ou contradizer.
Consolidação no Português
Séculos XIV-XVI - A estrutura 'não' + verbo no gerúndio, como em 'não existindo', torna-se uma forma gramaticalmente aceita e utilizada para expressar a ausência de uma ação ou estado no momento presente ou em um contexto temporal específico.
Uso Moderno e Contextual
Séculos XVII-XX - A forma 'não existindo' é empregada em textos formais e informais para indicar a ausência de existência ou ocorrência. Sua função é estritamente gramatical e semântica, sem grandes cargas emocionais ou conotações específicas além da negação.
Atualidade e Presença Digital
Século XXI - A forma 'não existindo' continua a ser utilizada na gramática normativa. Em contextos informais e na internet, pode aparecer em construções mais coloquiais ou em discussões sobre conceitos abstratos, mas raramente como um termo isolado com vida própria.
Formado pelo advérbio 'não' e o gerúndio do verbo 'existir'.