necrologia
Do grego nekros (morto) + logos (estudo, discurso).
Origem
Do grego 'nekros' (morto) e 'logos' (discurso, estudo).
Mudanças de sentido
Listas de falecidos em contextos religiosos, com nomes e datas para orações.
Artigos ou obituários em publicações, detalhando a vida de falecidos notáveis.
O uso moderno foca em homenagens póstumas e registro biográfico, distanciando-se do sentido puramente litúrgico inicial.
Primeiro registro
Registros em crônicas e anais eclesiásticos, documentando falecimentos de monges e figuras religiosas.
Publicações em jornais e revistas com obituários mais elaborados, marcando a entrada no uso secular.
Momentos culturais
A necrologia em jornais tornou-se um gênero literário e jornalístico, celebrando figuras importantes da política, artes e ciências.
A prática de necrologia continua em jornais impressos e online, com plataformas digitais permitindo homenagens e compartilhamento de memórias.
Comparações culturais
Inglês: 'Obituary' (artigo sobre a vida de um falecido) e 'Necrology' (lista de mortos, menos comum no uso geral). Espanhol: 'Necrología' (similar ao português, lista ou artigo sobre falecidos). Francês: 'Nécrologie' (lista ou artigo sobre mortos).
Relevância atual
A palavra 'necrologia' mantém sua formalidade e é utilizada em contextos jornalísticos, acadêmicos e históricos para se referir a listas ou artigos sobre pessoas falecidas, especialmente figuras públicas ou de relevância histórica. O termo 'obituário' é mais comum no uso cotidiano para artigos de jornais.
Origem Etimológica e Grega
Deriva do grego 'nekros' (morto) e 'logos' (discurso, estudo), significando literalmente 'discurso sobre os mortos'.
Entrada no Português e Uso Inicial
A palavra 'necrologia' foi incorporada ao vocabulário português, provavelmente a partir do latim eclesiástico ou do francês 'nécrologie', para designar listas de falecidos, especialmente em contextos religiosos ou de ordens monásticas, registrando nomes e datas de falecimento para orações.
Evolução do Sentido e Uso Moderno
O sentido da palavra expandiu-se para abranger artigos ou obituários publicados em jornais e revistas, detalhando a vida e as realizações de pessoas notáveis após sua morte. Mantém-se como um termo formal e dicionarizado.
Do grego nekros (morto) + logos (estudo, discurso).