nominal
Do latim 'nominalis', derivado de 'nomen', 'nominis' (nome).
Origem
Do latim 'nominalis', que significa 'relativo a nome', derivado de 'nomen' (nome).
Mudanças de sentido
Referente a nome, em oposição a real ou substancial.
Consolidação em gramática (adjetivo nominal, termo nominal) e filosofia (realismo nominal).
Na filosofia nominalista, 'nominal' se opõe a 'real', defendendo que universais são apenas nomes ou conceitos mentais, não entidades existentes por si. Na gramática, refere-se a palavras que funcionam como substantivos ou a termos que se ligam a um nome.
Expansão para contextos econômicos e sociais.
Em economia, 'valor nominal' refere-se ao valor expresso em moeda corrente, sem ajuste pela inflação. Em contextos sociais ou familiares, pode indicar uma relação que existe apenas no nome, sem substância prática.
Primeiro registro
Registros em textos gramaticais e filosóficos incipientes em português, refletindo o uso do latim medieval.
Momentos culturais
Debates filosóficos sobre universais (nominalismo vs. realismo) influenciam o uso acadêmico do termo.
Uso em manuais de gramática normativa e em discussões sobre a estrutura da língua.
Comparações culturais
Inglês: 'nominal' (com sentidos similares em gramática, filosofia e economia). Espanhol: 'nominal' (igualmente usado em gramática, filosofia e finanças). Francês: 'nominal' (com aplicações em linguística e economia). Alemão: 'nominal' (em linguística e economia, como 'nominalwert').
Relevância atual
A palavra 'nominal' mantém sua relevância como termo técnico em gramática, linguística, filosofia e economia. Seu uso é preciso e formal, indicando uma relação com o nome ou uma aparência em contraste com a substância ou o valor real. É uma palavra de vocabulário culto, essencial para a precisão em discursos acadêmicos e técnicos.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIII/XIV — Derivado do latim 'nominalis', que significa 'relativo a nome'. A palavra entrou no vocabulário português, possivelmente através do latim medieval ou do francês antigo ('nominal'), mantendo seu sentido primário de pertencimento ou referência a um nome.
Evolução Semântica e Uso Acadêmico
Séculos XV-XIX — O termo 'nominal' consolida-se em diversas áreas do conhecimento, especialmente na gramática (adjetivo nominal, termo nominal) e na filosofia (realismo nominal). Seu uso se restringe a contextos mais formais e técnicos, distanciando-se do uso popular.
Uso Contemporâneo e Diversificação
Século XX-Atualidade — 'Nominal' mantém sua precisão técnica em gramática e outras ciências, mas também adquire nuances em contextos econômicos (valor nominal) e sociais (parentesco nominal). A palavra é formal e dicionarizada, com pouca variação de sentido, mas com aplicações em campos distintos.
Do latim 'nominalis', derivado de 'nomen', 'nominis' (nome).