Palavras

nulíparas

Do latim 'nullus' (nenhum) + 'parere' (parir).

Origem

Antiguidade Clássica - Idade Média

Do latim 'nullus' (nenhum) e 'parere' (gerar, dar à luz), formando 'nullipara' no latim vulgar, referindo-se à mulher que não gerou.

Mudanças de sentido

Antiguidade Clássica - Idade Média

Termo descritivo para a condição de não ter tido filhos.

Século XIX - Início do Século XX

Consolidou-se como termo técnico na medicina e demografia.

O uso se restringiu a contextos formais, onde a precisão terminológica era essencial para estudos sobre fertilidade, saúde reprodutiva e estatísticas populacionais.

Meados do Século XX - Atualidade

Permanece como termo técnico, mas sua percepção social pode variar.

Embora a palavra em si não carregue um peso emocional intrínseco, o contexto em que é usada pode influenciar a percepção. Em discussões sobre escolhas de vida, feminismo e direitos reprodutivos, a condição de ser nulípara pode ser abordada de diferentes ângulos, mas a palavra 'nulípara' em si raramente é o foco da carga emocional, sendo mais um descritor factual.

Primeiro registro

Latim Vulgar

Evidências do uso do termo 'nullipara' em textos médicos e científicos latinos, com posterior incorporação ao português.

Momentos culturais

Século XX

Aparece em literatura e estudos sociológicos que discutem a estrutura familiar e o papel da mulher na sociedade, frequentemente em contraste com mulheres multíparas.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Nulliparous' (termo médico formal). Espanhol: 'Nulípara' (termo médico formal, similar ao português). Francês: 'Nullipare' (termo médico formal). Alemão: 'Nullipara' ou 'Nulliparität' (termo médico formal).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'nulíparas' mantém sua relevância primariamente em contextos médicos, demográficos e de pesquisa científica. No discurso público geral, a condição é mais frequentemente discutida em termos de escolhas de vida, planejamento familiar ou questões de fertilidade, sem necessariamente usar o termo técnico 'nulípara' de forma recorrente.

Origem Latina e Entrada no Português

Deriva do latim 'nullus' (nenhum) e 'parere' (gerar, dar à luz), formando 'nullipara' no latim vulgar, referindo-se à mulher que não gerou.

Uso Médico e Científico

A palavra 'nulípara' foi incorporada ao vocabulário médico e científico para descrever especificamente a condição de uma mulher que nunca deu à luz, sendo um termo técnico e formal.

Uso Contemporâneo e Contexto Social

Mantém seu uso técnico em contextos médicos e demográficos, mas pode ser percebida em discussões sociais sobre escolhas reprodutivas e feminilidade, embora com menor frequência no discurso popular geral.

nulíparas

Do latim 'nullus' (nenhum) + 'parere' (parir).

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