olfato
Do latim olfactus, -us, ação de cheirar.
Origem
Do latim 'olfactus', particípio passado de 'olfacere', que significa 'cheirar', 'sentir o cheiro'.
Mudanças de sentido
O sentido primário de 'faculdade de cheirar' permaneceu estável. A palavra é formal e dicionarizada, sem grandes ressignificações ao longo dos séculos, sendo utilizada em contextos científicos, literários e cotidianos para descrever o sentido do cheiro.
Ao contrário de termos que se tornaram gírias ou adquiriram conotações figuradas, 'olfato' manteve seu significado literal e técnico. Sua estabilidade semântica reflete a natureza biológica e sensorial do conceito que descreve.
Primeiro registro
A entrada da palavra no vocabulário português remonta ao período de formação da língua, com base no latim. Registros mais precisos de seu uso escrito podem ser encontrados em textos literários e científicos a partir do século XIV.
Momentos culturais
Utilizado em descrições sensoriais para evocar atmosferas e emoções, como em obras de Camões ou Machado de Assis.
Termo fundamental em estudos de anatomia, fisiologia e neurologia, descrevendo o órgão e a função do olfato.
Comparações culturais
Inglês: 'olfaction' (formal, científico) e 'smell' (comum). Espanhol: 'olfato' (idêntico ao português, formal e comum). Francês: 'olfaction' (formal, científico) e 'odorat' (comum). Italiano: 'olfatto' (idêntico ao português e espanhol).
Relevância atual
O termo 'olfato' mantém sua relevância em contextos científicos, médicos e literários. A pandemia de COVID-19 trouxe um interesse renovado pela perda e recuperação do olfato, impulsionando pesquisas e discussões sobre o tema.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIII — do latim olfactus, particípio passado de olfacere, que significa 'cheirar', 'sentir o cheiro'. A palavra entrou no português através do latim vulgar, mantendo seu sentido original de percepção de odores.
Evolução e Uso Dicionarizado
Idade Média - Atualidade — O sentido primário de 'faculdade de cheirar' permaneceu estável. A palavra é formal e dicionarizada, sem grandes ressignificações ao longo dos séculos, sendo utilizada em contextos científicos, literários e cotidianos para descrever o sentido do cheiro.
Do latim olfactus, -us, ação de cheirar.