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oligúria

Do grego 'oligo-' (pouco) e 'ouron' (urina).

Origem

Antiguidade Grega

Formada a partir dos radicais gregos 'oligos' (ὀλίγος), que significa 'pouco', e 'ouron' (οὖρον), que significa 'urina'.

Mudanças de sentido

Século XIX

Surgimento como termo médico para descrever a diminuição da produção urinária, diferenciando-se de termos mais genéricos.

A necessidade de precisão na terminologia médica impulsionou a adoção de termos derivados do grego e latim, como 'oligúria', para descrever sintomas e condições específicas de forma inequívoca.

Primeiro registro

Século XIX

Provavelmente em publicações médicas e tratados de fisiologia e patologia, refletindo a expansão da ciência médica no Brasil e em Portugal.

Comparações culturais

Inglês: 'oliguria' (termo médico idêntico, com a mesma origem grega). Espanhol: 'oliguria' (termo médico idêntico, com a mesma origem grega). Francês: 'oligurie' (termo médico idêntico, com a mesma origem grega).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'oligúria' mantém sua relevância como um termo técnico essencial na prática clínica e na pesquisa médica, sendo um indicador crucial da função renal e da saúde geral do paciente.

Origem Etimológica

Século XIX — do grego 'oligos' (pouco) e 'ouron' (urina), referindo-se à produção reduzida de urina.

Entrada na Língua Portuguesa

Século XIX/XX — A palavra entra no vocabulário médico e científico do português, possivelmente através do francês 'oligurie' ou do inglês 'oliguria', termos já estabelecidos na medicina.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Termo técnico médico amplamente utilizado em nefrologia e emergências, referindo-se a uma condição clínica específica.

oligúria

Do grego 'oligo-' (pouco) e 'ouron' (urina).

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