omnisciência
Do latim 'omnis' (tudo) + 'scientia' (conhecimento).
Origem
Do latim 'omnis' (tudo) e 'scientia' (conhecimento).
Mudanças de sentido
Predominantemente associada ao atributo divino de Deus, o conhecimento absoluto e infalível.
Expande-se para discussões sobre tecnologia e inteligência artificial, referindo-se à capacidade de um sistema de acessar e processar toda a informação disponível.
Em contextos não religiosos, 'omnisciência' pode ser usada metaforicamente para descrever um conhecimento extremamente vasto ou a capacidade de prever eventos com alta precisão, especialmente em ficção científica ou especulações tecnológicas.
Primeiro registro
Registros em textos teológicos e filosóficos em latim e, posteriormente, em traduções e obras originais em português.
Momentos culturais
Presente em obras literárias de cunho religioso, filosófico e, mais recentemente, em narrativas de ficção científica que exploram os limites do conhecimento e da tecnologia.
Representações
Personagens com conhecimento absoluto ou capacidade de prever o futuro em filmes, séries e livros de ficção científica e fantasia.
Comparações culturais
Inglês: 'omniscience'. Espanhol: 'omnisciencia'. Ambos compartilham a mesma raiz latina e o conceito teológico central. Em outras línguas, como o francês ('omniscience') e o alemão ('Allwissenheit'), o termo também carrega a conotação de conhecimento total, frequentemente ligada a divindades ou conceitos filosóficos abstratos.
Relevância atual
A palavra 'omnisciência' mantém sua relevância em discussões teológicas e filosóficas sobre a natureza de Deus. Ganha nova dimensão com o avanço da inteligência artificial, levantando debates sobre a capacidade de sistemas computacionais de processar e 'saber' toda a informação disponível, e as implicações éticas e existenciais disso.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'omnis' (tudo) e 'scientia' (conhecimento), significando 'todo conhecimento'.
Entrada e Consolidação no Português
A palavra 'omnisciência' foi incorporada ao léxico português, provavelmente através do latim eclesiástico, e consolidou-se em textos formais e teológicos.
Uso Contemporâneo
Mantém seu sentido primário em contextos filosóficos e religiosos, mas também aparece em discussões sobre inteligência artificial e capacidade de processamento de dados.
Do latim 'omnis' (tudo) + 'scientia' (conhecimento).