ototoxicidade
Do grego 'ous' (ouvido) + 'toxikon' (veneno) + sufixo '-idade'.
Origem
Derivação erudita a partir de 'oto-' (do grego ous, otos, ouvido) e 'toxicidade' (do grego toxikon, veneno, e do latim toxicus, envenenado), referindo-se diretamente à capacidade de uma substância ou agente de prejudicar o ouvido.
Primeiro registro
O termo 'ototoxicity' (em inglês) surge em publicações científicas médicas, com a disseminação do uso de antibióticos aminoglicosídeos e outros fármacos com potenciais efeitos colaterais auditivos e vestibulares. O registro em português segue a mesma linha temporal, em traduções e publicações médicas brasileiras.
Comparações culturais
Inglês: 'ototoxicity' (termo idêntico e de uso técnico similar). Espanhol: 'ototoxicidad' (termo idêntico e de uso técnico similar). Francês: 'ototoxicité' (termo idêntico e de uso técnico similar).
Relevância atual
A ototoxicidade é um conceito médico crucial, abordado em estudos sobre efeitos adversos de medicamentos (como certos antibióticos, quimioterápicos e diuréticos), exposição ocupacional a ruído e substâncias químicas. A palavra é formal e dicionarizada, encontrada em artigos científicos, manuais médicos e discussões de segurança farmacológica. Não possui uso informal ou popular.
Origem Etimológica
Século XX — formação a partir de elementos gregos e latinos: 'oto-' (do grego ous, otos, ouvido) e 'toxicidade' (do grego toxikon, veneno, e do latim toxicus, envenenado).
Entrada na Linguagem Técnica
Meados do século XX — termo cunhado e utilizado primariamente no campo da medicina e farmacologia para descrever um efeito colateral específico de medicamentos ou substâncias.
Uso Contemporâneo
Atualidade — termo consolidado na literatura médica e científica, com crescente menção em discussões sobre saúde pública, segurança de medicamentos e efeitos de exposição a ruído.
Do grego 'ous' (ouvido) + 'toxikon' (veneno) + sufixo '-idade'.