pálido

Do latim pallidus, 'pálido, descorado'.

Origem

Latim

Do latim 'pallidus', com o mesmo significado de pálido, descolorido, branco.

Mudanças de sentido

Idade Média

Mantém o sentido literal de cor clara ou desbotada, associado a estados de saúde ou emoções como medo e fraqueza.

Séculos XV-XIX

Fortalece o uso literário para evocar sentimentos de angústia, doença ou morte. Ex: 'rosto pálido de medo'.

Século XX-Atualidade

Continua com os sentidos originais e literários, além de ser um termo descritivo comum em contextos médicos e de saúde para indicar falta de pigmentação ou circulação sanguínea adequada.

Primeiro registro

Idade Média

Registros em textos medievais em português, herdando o termo do latim.

Momentos culturais

Romantismo (Século XIX)

A figura do herói ou heroína 'pálido' e melancólico é recorrente na literatura romântica, associada à sensibilidade e ao sofrimento.

Cinema e Televisão (Século XX-XXI)

A palidez é frequentemente usada como recurso visual para indicar personagens doentes, assustados, fantasmas ou com pouca vitalidade em filmes, séries e novelas.

Vida emocional

Histórico

Associada a emoções negativas como medo, susto, doença, fraqueza, melancolia e morte. Raramente usada para evocar sentimentos positivos.

Representações

Filmes de Terror e Suspense

Personagens frequentemente descritos como 'pálidos' para aumentar a sensação de perigo ou sobrenatural.

Novelas e Dramas

A palidez pode ser um indicativo de sofrimento, doença ou estado emocional abalado de um personagem.

Comparações culturais

Contemporâneo

Inglês: 'pale' (com significados muito similares, incluindo cor clara, desbotado e fraco). Espanhol: 'pálido' (idêntico em origem e uso). Francês: 'pâle' (também com origem latina e sentidos equivalentes). Italiano: 'pallido' (semelhante em etimologia e uso).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'pálido' mantém sua relevância como termo descritivo para a cor da pele, frequentemente associado a condições médicas (anemia, choque) ou a reações emocionais como susto e medo. Continua sendo um adjetivo comum na linguagem cotidiana e literária.

Origem Etimológica

Século XIII — Deriva do latim 'pallidus', que significa pálido, descolorido, branco.

Entrada no Português

Idade Média — A palavra 'pálido' entra na língua portuguesa, mantendo seu sentido original de cor clara ou desbotada, frequentemente associada a estados físicos ou emocionais.

Uso Literário e Popular

Séculos XV-XIX — 'Pálido' é amplamente utilizado na literatura para descrever a tez de personagens em situações de medo, doença, ou melancolia, consolidando sua carga semântica emocional.

Uso Contemporâneo

Século XX-Atualidade — A palavra 'pálido' mantém seus significados originais e literários, sendo também usada em contextos médicos e cotidianos para descrever a falta de cor na pele.

pálido

Do latim pallidus, 'pálido, descorado'.

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