paquidérmico
Do grego 'pakhys' (grosso) + 'derma' (pele).
Origem
Do grego 'pakhys' (grosso) e 'dermis' (pele).
Mudanças de sentido
Sentido literal: relativo a animais com pele grossa (paquidermes).
Sentido figurado: que demonstra insensibilidade, grosseria ou dificuldade em ser afetado por algo.
A transposição do sentido literal para o figurado ocorre pela associação da pele grossa à proteção contra impactos externos, estendendo-se à capacidade de não ser emocionalmente atingido.
Primeiro registro
Registros em obras científicas e naturalistas da época, descrevendo a fauna.
Momentos culturais
Presença em literatura infantil e textos didáticos ao descrever animais como elefantes e hipopótamos.
Uso em crônicas e artigos de opinião para descrever figuras públicas ou situações de insensibilidade política ou social.
Comparações culturais
Inglês: 'pachydermic' (mesma origem grega, uso literal e figurado similar). Espanhol: 'pachidérmico' (equivalente direto, com uso similar em contextos zoológicos e metafóricos). Francês: 'pachydermique' (origem e uso idênticos).
Relevância atual
A palavra 'paquidérmico' é formal e dicionarizada, utilizada em contextos que exigem precisão terminológica, seja na zoologia ou em descrições de comportamento humano.
Seu uso figurado, embora menos comum que o literal, persiste em textos mais elaborados para caracterizar insensibilidade ou falta de reatividade a críticas ou eventos.
Origem Etimológica
Século XIX — Deriva do grego 'pakhys' (grosso) e 'dermis' (pele), referindo-se a animais com pele espessa.
Entrada no Português
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra entra no vocabulário científico e literário, comumente associada a animais como elefantes e rinocerontes.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Mantém o sentido literal de pele grossa, mas também é usada metaforicamente para descrever insensibilidade ou dificuldade em ser afetado.
Do grego 'pakhys' (grosso) + 'derma' (pele).