Palavras

paquiderme

Do grego 'pachys' (grosso) e 'dermatos' (pele).

Origem

Século XIX

Do grego 'pachys' (grosso) e 'dermatos' (pele), cunhada para descrever a característica física de animais com pele espessa.

Mudanças de sentido

Século XIX - Início do Século XX

Sentido primário e científico: mamíferos de pele grossa (elefantes, rinocerontes, hipopótamos).

Século XX - Atualidade

Uso metafórico: pode ser aplicada a pessoas ou coisas lentas, pesadas ou insensíveis, embora este uso seja menos comum e mais informal.

A conotação metafórica, quando utilizada, carrega um tom pejorativo ou de crítica à lentidão ou falta de agilidade, mas não se tornou um termo de uso corrente em gírias ou expressões populares.

Primeiro registro

Final do século XIX

Registros em obras zoológicas e enciclopédias da época, como a 'Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira'.

Momentos culturais

Século XX

Aparece em livros didáticos e documentários sobre a vida selvagem, solidificando seu uso científico.

Representações

Século XX - Atualidade

Presente em desenhos animados, filmes e livros infantis para representar animais como elefantes e rinocerontes, reforçando sua imagem de força e tamanho.

Comparações culturais

Inglês: 'Pachyderm' (mesma origem grega, uso científico e ocasionalmente metafórico para algo grande e pesado). Espanhol: 'Paquidermo' (equivalente direto, com uso similar ao português). Francês: 'Pachyderme' (origem e uso idênticos).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'paquiderme' mantém sua relevância primária no campo da zoologia e biologia. Seu uso metafórico é secundário e menos frequente, não sendo uma palavra de uso diário ou com forte carga emocional na linguagem coloquial brasileira.

Origem Etimológica

Século XIX — do grego 'pachys' (grosso) e 'dermatos' (pele), referindo-se à característica física de animais com pele espessa.

Entrada no Português Brasileiro

Final do século XIX/Início do século XX — A palavra entra no vocabulário científico e enciclopédico, descrevendo a ordem de mamíferos extintos e existentes com pele grossa.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Mantém seu sentido zoológico primário, mas pode ser usada metaforicamente para descrever algo ou alguém lento, pesado ou insensível, embora com menor frequência.

paquiderme

Do grego 'pachys' (grosso) e 'dermatos' (pele).

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