pelé
Do grego derma, 'pele'.
Origem
Deriva do latim 'pellis', que significa pele ou couro. O latim vulgar pode ter usado uma forma como 'pellitus' para algo coberto de pele.
Mudanças de sentido
A palavra 'pele' (e suas variações) era usada em contextos descritivos, como em 'pele de animal' ou 'pele humana'.
O termo 'pelé' como adjetivo ou substantivo formal se estabelece com o sentido literal de 'relativo à pele'.
Em contextos médicos ou biológicos, 'pelé' é usado para descrever características ou condições relacionadas à epiderme e derme. Ex: 'doença pelé'.
Primeiro registro
Registros da palavra 'pele' datam de textos medievais, como as cantigas galego-portuguesas. O uso específico de 'pelé' como adjetivo formal é mais tardio, consolidando-se com a padronização da língua.
Momentos culturais
A palavra 'pelé' em si não teve um pico cultural proeminente, mas a palavra 'pele' é central em muitas obras literárias e artísticas que exploram a corporalidade e a identidade.
Comparações culturais
Inglês: 'dermal' (relativo à pele, mais técnico). Espanhol: 'dérmico' ou 'cutáneo' (ambos técnicos, derivados do grego e latim, respectivamente). O português 'pelé' é mais direto e ligado à palavra comum 'pele'.
Relevância atual
O termo 'pelé' mantém sua relevância em contextos técnicos, médicos e científicos, referindo-se especificamente a tudo que está relacionado à pele. É uma palavra dicionarizada e formal.
Origem Latina
Latim vulgar - 'pellis', significando pele, couro. Deriva do latim clássico 'pellis'.
Entrada no Português
Forma arcaica 'pele' já presente no português arcaico. O termo 'pelé' como adjetivo ou substantivo relacionado à pele se consolida.
Uso Moderno e Dicionarizado
O termo 'pelé' é formalmente registrado em dicionários como um adjetivo ou substantivo relacionado à pele, com o sentido de 'relativo à pele ou a ela pertencente'.
Do grego derma, 'pele'.