pelagra
Do italiano 'pelagra', possivelmente do latim 'pellis' (pele) + grego 'agra' (ataque, dor).
Origem
Termo cunhado pelo médico italiano Giacomo D'Arco, a partir do grego 'pelagra', significando 'pele áspera', composto por 'pel' (pele) e 'agra' (dor, aspereza).
Primeiro registro
O termo foi introduzido na literatura médica por Giacomo D'Arco.
Registros em publicações médicas e científicas em língua portuguesa, acompanhando a difusão do conhecimento sobre a doença.
Comparações culturais
Inglês: Pellagra. Espanhol: Pelagra. O termo é amplamente internacionalizado, mantendo a mesma raiz etimológica e significado em diversas línguas, refletindo a origem científica europeia da nomenclatura.
Relevância atual
A palavra 'pelagra' mantém sua relevância em contextos médicos e de saúde pública, sendo fundamental para o diagnóstico e tratamento de uma condição nutricional específica. Sua presença é mais notável em discussões sobre segurança alimentar e deficiências vitamínicas em populações vulneráveis.
Origem Etimológica
Século XIX — termo cunhado em 1855 pelo médico italiano Giacomo D'Arco, derivado do grego antigo 'pelagra', que significa 'pele áspera' (de 'pel' - pele e 'agra' - dor ou aspereza).
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX e início do século XX — a palavra 'pelagra' entra no vocabulário médico e científico em português, refletindo a disseminação do conhecimento sobre a doença e sua nomenclatura internacional.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Pelagra' é um termo médico formal, usado em contextos clínicos, de pesquisa e em discussões sobre saúde pública e nutrição, especialmente em regiões onde a deficiência de niacina ainda é uma preocupação.
Do italiano 'pelagra', possivelmente do latim 'pellis' (pele) + grego 'agra' (ataque, dor).