pilosidade
Do latim 'pilus' (pelo) + sufixo '-osidade'.
Origem
Do latim 'pilus' (pelo) + sufixo '-ositas' (qualidade, condição).
Mudanças de sentido
Termo técnico para descrever a presença e quantidade de pelos em organismos vivos, especialmente em estudos biológicos e médicos.
Mantém o sentido técnico, mas também aparece em discussões sobre estética corporal e saúde da pele, como em tratamentos de depilação a laser ou avaliação de hirsutismo.
A palavra 'pilosidade' é formal e raramente usada em linguagem coloquial. Em conversas informais, prefere-se 'pelos', 'pelagem' (para animais) ou termos mais específicos dependendo do contexto (ex: 'barba', 'cabelo').
Primeiro registro
Presença em publicações científicas e médicas da época, como tratados de zoologia, anatomia e dermatologia. (Referência: corpus_cientifico_portugues_secXIX.txt)
Momentos culturais
A palavra é utilizada em novelas e filmes para descrever características físicas de personagens ou em contextos médicos/científicos.
Comparações culturais
Inglês: 'pilosity' ou 'hairiness', ambos termos técnicos. Espanhol: 'pilosidad', termo idêntico e de uso similar. Francês: 'pilosité', também técnico. Alemão: 'Behaarung' (pelagem) ou 'Haarwuchs' (crescimento de pelos), mais descritivos.
Relevância atual
A palavra 'pilosidade' mantém sua relevância em campos técnicos e científicos. Sua presença em discussões sobre saúde, estética e biologia a mantém ativa no vocabulário especializado, embora distante do uso popular.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'pilus', que significa 'pelo', acrescido do sufixo '-ositas', indicando qualidade ou condição. A formação é análoga a termos como 'curiositas' (curiosidade) ou 'velocitas' (velocidade).
Entrada no Português
A palavra 'pilosidade' surge no vocabulário científico e médico em português, provavelmente a partir do século XIX, com a expansão da biologia e da dermatologia. Sua entrada foi para nomear um fenômeno biológico específico.
Uso Contemporâneo
Em uso corrente, 'pilosidade' é um termo técnico, formal e dicionarizado, empregado em contextos médicos, biológicos e estéticos. É comum em discussões sobre crescimento de pelos, depilação, condições dermatológicas e características sexuais secundárias.
Do latim 'pilus' (pelo) + sufixo '-osidade'.