piloso
Do latim 'pilosus', derivado de 'pilus' (pelo).
Origem
Do latim 'pilosus', significando 'peludo', 'coberto de pelos'. O termo 'pilus' é a raiz para 'pelo'.
Mudanças de sentido
O sentido primário de 'piloso' como 'peludo' ou 'com pelos' permaneceu estável ao longo do tempo no português.
Embora o sentido literal seja predominante, em contextos mais específicos, 'piloso' pode ser usado metaforicamente para descrever algo denso ou com filamentos, como em 'terreno piloso' para descrever uma vegetação rala e espalhada.
Primeiro registro
Registros do uso da palavra em textos medievais portugueses, mantendo o sentido herdado do latim.
Momentos culturais
A palavra aparece em descrições literárias e científicas, como em obras de naturalistas e romancistas que descreviam a fauna e flora brasileira.
Comparações culturais
Inglês: 'hairy' (literalmente peludo), 'pilose' (termo mais técnico/científico). Espanhol: 'peludo' (literalmente peludo), 'piloso' (usado em contextos científicos e botânicos, similar ao português). Francês: 'poilu' (literalmente peludo, também usado para designar soldados franceses na Primeira Guerra Mundial, 'les poilus').
Relevância atual
A palavra 'piloso' mantém sua relevância em contextos acadêmicos, científicos (biologia, botânica, zoologia) e em descrições formais. É uma palavra dicionarizada e de uso padrão na língua portuguesa.
Origem Etimológica Latina
Deriva do latim 'pilosus', que significa 'peludo', 'cheio de pelos'. O radical 'pilus' refere-se a pelo.
Entrada e Uso no Português
A palavra 'piloso' foi incorporada ao vocabulário português, mantendo seu sentido original de algo coberto por pelos. Seu uso é formal e dicionarizado.
Uso Contemporâneo e Científico
Em uso contemporâneo, 'piloso' é frequentemente encontrado em contextos científicos, especialmente na biologia e botânica, para descrever características de animais e plantas. Também pode ser usado em sentido figurado.
Do latim 'pilosus', derivado de 'pilus' (pelo).