piroclástico
Do grego pyr (fogo) + klastos (quebrado).
Origem
Deriva do grego 'pyr' (fogo) e 'klastos' (fragmento), cunhada para descrever materiais vulcânicos fragmentados.
Mudanças de sentido
Sentido estritamente geológico: fragmentos de rocha e minerais ejetados por erupções vulcânicas.
Mantém o sentido geológico original, sendo um termo técnico especializado.
Não há evidências de ressignificações ou usos metafóricos significativos fora do campo científico em português.
Primeiro registro
Provavelmente em publicações científicas e acadêmicas de geologia no Brasil e em Portugal, seguindo a terminologia internacional.
Comparações culturais
Inglês: 'pyroclastic' (mesma origem grega, uso idêntico em geologia). Espanhol: 'piroclástico' (idêntica origem e uso). Francês: 'pyroclastique' (origem e uso similares).
Relevância atual
Termo técnico essencial em geologia, vulcanologia e estudos ambientais relacionados a atividades vulcânicas. Sua relevância é restrita ao meio acadêmico e científico.
Origem Etimológica
Século XIX — do grego 'pyr' (fogo) e 'klastos' (fragmento), referindo-se a fragmentos de rocha expelidos por vulcões.
Entrada na Língua Portuguesa
Século XIX/XX — A palavra entra no vocabulário científico e geológico do português, possivelmente através do francês 'pyroclastique' ou do inglês 'pyroclastic'.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo técnico amplamente utilizado em geologia, vulcanologia e áreas correlatas, com registro formal em dicionários.
Do grego pyr (fogo) + klastos (quebrado).