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piroclástico

Do grego pyr (fogo) + klastos (quebrado).

Origem

Século XIX

Deriva do grego 'pyr' (fogo) e 'klastos' (fragmento), cunhada para descrever materiais vulcânicos fragmentados.

Mudanças de sentido

Século XIX

Sentido estritamente geológico: fragmentos de rocha e minerais ejetados por erupções vulcânicas.

Atualidade

Mantém o sentido geológico original, sendo um termo técnico especializado.

Não há evidências de ressignificações ou usos metafóricos significativos fora do campo científico em português.

Primeiro registro

Século XIX/XX

Provavelmente em publicações científicas e acadêmicas de geologia no Brasil e em Portugal, seguindo a terminologia internacional.

Comparações culturais

Inglês: 'pyroclastic' (mesma origem grega, uso idêntico em geologia). Espanhol: 'piroclástico' (idêntica origem e uso). Francês: 'pyroclastique' (origem e uso similares).

Relevância atual

Termo técnico essencial em geologia, vulcanologia e estudos ambientais relacionados a atividades vulcânicas. Sua relevância é restrita ao meio acadêmico e científico.

Origem Etimológica

Século XIX — do grego 'pyr' (fogo) e 'klastos' (fragmento), referindo-se a fragmentos de rocha expelidos por vulcões.

Entrada na Língua Portuguesa

Século XIX/XX — A palavra entra no vocabulário científico e geológico do português, possivelmente através do francês 'pyroclastique' ou do inglês 'pyroclastic'.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Termo técnico amplamente utilizado em geologia, vulcanologia e áreas correlatas, com registro formal em dicionários.

piroclástico

Do grego pyr (fogo) + klastos (quebrado).

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