plânula
Do latim científico 'planula', derivado de 'planus' (plano).
Origem
Deriva do latim 'planula', diminutivo de 'plana' (coisa plana), com possível influência do grego 'planos' (errante, vagante), aludindo ao movimento livre e à forma achatada da larva.
Mudanças de sentido
O sentido original e praticamente único é o biológico: a fase larval livre e natante de certos invertebrados marinhos, como cnidários e equinodermos. Não houve ressignificações significativas fora deste contexto.
Primeiro registro
A entrada da palavra no vocabulário científico brasileiro provavelmente ocorreu com a disseminação da biologia marinha como disciplina acadêmica, a partir de publicações e traduções científicas da época. Sem registro específico no contexto RAG fornecido.
Comparações culturais
Inglês: 'planula' (mesma origem e uso científico). Espanhol: 'plánula' (mesma origem e uso científico). Francês: 'planula' (termo técnico em biologia marinha).
Relevância atual
A palavra 'plânula' mantém sua relevância estritamente no campo da biologia marinha e zoologia. É um termo técnico essencial para descrever uma etapa específica do ciclo de vida de muitos organismos marinhos, sem uso figurado ou popular.
Origem Etimológica
Século XIX — do latim 'planula', diminutivo de 'plana', significando 'pequena coisa plana'. Relacionado ao grego 'planos', que vagueia.
Entrada no Português Brasileiro
Final do século XIX/Início do século XX — termo técnico introduzido pela biologia marinha, referindo-se à fase larval de organismos marinhos.
Uso Contemporâneo
Atualidade — termo restrito ao meio científico e acadêmico, com pouca ou nenhuma penetração na linguagem cotidiana.
Do latim científico 'planula', derivado de 'planus' (plano).